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Miguel da Silva estreia Os Melros com viola de fado e poemas de João Monge

Miguel da Silva estreia Os Melros, união de viola de fado e poesia de João Monge, com antestreia em Lisboa e lançamento nas plataformas na sexta

Miguel da Silva
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  • Miguel da Silva estreia o álbum Os Melros, com viola de fado e poesia dita de João Monge, anunciado há um ano.
  • A antestreia acontece nesta quinta-feira, no Atmosfera M, em Lisboa, às 18h30, com vozes convidadas.
  • O disco será disponibilizado na sexta-feira nas plataformas digitais e em lojas, também em CD.
  • O tema de abertura, Os melros, já tinha sido apresentado em 2025, no Dia Mundial da Poesia, em março, com o poema Quem ama.
  • O projeto junta várias colaborações: Pedro Lamares, Maria João Luís, Zeca Medeiros, André Gago e Sandro Feliciano, entre outros, em composições originais de Miguel da Silva com poesia de Monge.

Miguel da Silva estreia o álbum Os Melros, um projeto que junta viola de fado e poesia dita de João Monge. A antestreia ocorre nesta quinta-feira, no Atmosfera M, em Lisboa, às 18h30. O disco entra em plataformas digitais e lojas na sexta-feira, em CD. A data coincide, simbolicamente, com o Dia Mundial da Poesia.

O tema inaugural, Quem ama, foi conhecido em 2025, no Dia Mundial da Poesia. O projeto integra a música de Miguel da Silva, a viola de fado e a poesia inédita de Monge. A apresentação pública acontece em Lisboa, com o disco a chegar ao público amanhã.

Miguel da Silva, músico, compositor e produtor lisboeta, tem uma carreira que já o levou a colaborar com nomes como Dulce Pontes, Ana Moura e António Chainho. Este projeto surge da vontade de explorar a ligação entre instrumental para viola de fado e poesia recitada.

Detalhes do disco

Ao lado de Miguel, participam convidados como Pedro Lamares, Maria João Luís, Zeca Medeiros, André Gago e Sandro Feliciano. O disco inclui também dois instrumentais: Ainda há flor-da-pele e Da janela vejo o melro, além do tema-título Os melros.

O título Os Melros surgiu a partir de um poema de Monge e de memórias de infância do próprio músico. A escolha corporiza uma leitura sobre sonoridades, memórias e a relação entre música e palavras.

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