- A ópera Relicário Perpétuo, com música de Luís Tinoco e libreto de Luísa Costa Gomes, estreou a dez de junho no Teatro Camões, em Lisboa.
- A produção é do Teatro Nacional de São Carlos.
- A obra foi encomendada pela Estrutura de Missão das Comemorações do V Centenário do Nascimento de Luís de Camões.
- A narrativa acompanha um príncipe que colecciona objetos sem conseguir decidir o seu valor ou uso.
- a encenação faz parte das comemorações do quinto centenário de Camões, ligando a programação cultural ao contexto comemorativo.
Relicário Perpétuo, uma ópera com música de Luís Tinoco e libreto de Luísa Costa Gomes, estreou a 10 de junho no Teatro Camões, em Lisboa. A obra apresenta a história de um príncipe que acumula objetos sem conseguir avaliar o seu valor ou destino.
A produção é do Teatro Nacional de São Carlos e foi encomendada pela Estrutura de Missão das Comemorações do V Centenário do Nascimento de Luís de Camões. A encenação insere-se no conjunto de eventos dedicados a Camões, promovidos pelo governo.
O enredo parte de uma narrativa onde o príncipe colecciona tudo o que encontra, sem filtro ou critério. A ópera explora temas de memória, pertença e o peso das escolhas, num contexto musical contemporâneo.
A estreia aconteceu em Lisboa, num palco que combina tradição operática com abordagens modernas. A ação da obra revela-se em elementos visuais e sonoros alinhados com o objetivo das comemorações camonianas.
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