- A ONU expressou preocupação com a morte de Renee Good em Minneapolis após um disparo à queima-roupa de um agente do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE), pedindo que os responsáveis prestem contas.
- O incidente ocorreu enquanto a mulher tentava manobrar o carro durante protestos contra a presença do ICE na cidade.
- As escolas públicas de Minneapolis cancelaram as aulas nesta semana por motivos de segurança, enquanto centenas de manifestantes saíram às ruas.
- O governo americano enviou cerca de 2.000 agentes federais para Minneapolis desde o início de dezembro.
- O ICE, criado em 2003, é a agência responsável por imigração e controlo de fronteiras, enfrentando críticas por discriminação e políticas de deportação.
A ONU expressou hoje a sua preocupação com a morte de Renee Good em Minneapolis, após um disparo à queima-roupa de um agente do ICE. O incidente ocorreu na quarta-feira, durante protestos contra a presença do corpo federal na cidade.
Good, de 37 anos, morreu quando o seu veículo foi alvo de váriasbalas, enquanto tentava manobrar. A ONU pediu que os responsáveis prestem contas pelo ocorrido, destacando a gravidade do evento.
As escolas públicas de Minneapolis cancelaram as aulas por questões de segurança, e centenas de manifestantes saíram às ruas para condenar a atuação do ICE. A cidade tem vivido protestos desde 2020, associada a casos de violência policial.
Contexto
O Governo dos EUA enviou cerca de 2.000 agentes federais para Minneapolis desde o início de dezembro, acrescentando pressão em áreas com histórico de tensões entre autoridades e comunidades locais. A chegada intensificou a presença federal na cidade.
O ICE, criado em 2003, é responsável por identificar, deter e deportar imigrantes irregulares, além de investigar crimes como tráfico humano. A instituição tem sido alvo de críticas por práticas consideradas discriminatórias por várias organizações.
Analistas destacam que o caso ocorre num momento de acentuadas controvérsias sobre políticas de imigração e de segurança pública. Observadores pedem investigação independente para esclarecer responsabilidades.
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