- A Casa da Memória Viva tem à venda uma serigrafia evocativa do “Verão Quente” de 1975, em três lojas da cidade.
- A peça foi criada pelo artista Acácio de Carvalho, edição de cento e cinquenta exemplares, impressa em papel de 300 gramas, tamanho de cinquenta por setenta centímetros, com uma mancha de impressão de trinta e quatro por cinquenta centímetros, numerada e assinada pelo autor e carimbada com o selo branco da CMV.
- O desenho destaca simbolicamente um cravo, ícone gráfico do 25 de Abril, numa tensão policromática de forças com sentido contraditório.
- As lojas onde está disponível são Elvira Cândida (antiguidades e arte), na rua Adriano Pinto Basto, cento e sessenta e cinco; Maria Odete (decoração), no Shopping Town; e antiquário Luís Osório Alves, na rua Santo António, cento e oitenta e cinco.
- A receita das vendas vai permitir reduzir custos de participação num programa de mentoria para cuidadores informais que a associação planeia lançar em dois mil e vinte e seis; as inscrições abrem depois do Natal.
A Casa da Memória Viva colocou à venda, em três lojas da cidade, a serigrafia evocativa do “Verão Quente” de 1975. A obra pode ser adquirida nas lojas Elvira Cândida (antiguidades e arte), na Rua Adriano Pinto Basto, 165; Maria Odete (decoração), no Shopping Town; e no antiquário Luís Osório Alves, na Rua Santo António, 185.
A peça, criada pelo artista plástico e cenógrafo Acácio de Carvalho, teve uma edição de 150 exemplares e é impressa em papel de 300 g, com dimensões de 50×70 cm e uma mancha de impressão de 34×50 cm. Destaca-se simbolicamente o desenho de um cravo, ícone do 25 de Abril, com uma tensão policromática de forças de sentido contraditório.
Cada exemplar é numerado e assinado pelo autor, com o selo branco da CMV, conferindo autenticidade. A receita arrecadada visa baixar custos de participação num programa de mentoria para cuidadores informais que a associação prepara para lançar.
Lojas e peça disponível
Em 2026, a CMV planeia um programa de mentoria para cuidadores informais de pessoas com declínio cognitivo. As vendas da serigrafia vão reduzir os custos de participação e as inscrições abrem depois do Natal. A CMV, criada em maio de 2019, atua na salvaguarda da memória na comunidade famalicense.
Contexto institucional e objetivos
A associação tem feito ações de sensibilização local sobre demência, formação de cuidadores e familiares, e defesa da memória identitária e do património cultural imaterial de Vila Nova de Famalicão. A iniciativa integra o conjunto de iniciativas culturais da cidade para o período festivo.
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