- Prejuízos estimados em 600 milhões de euros devido ao mau tempo, segundo a Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP).
- O prazo para os agricultores solicitarem apoios termina no final do mês.
- Os danos afetam agricultura, florestas e infraestruturas, incluindo estradas destruídas e muros derrubados.
- A zona do Mondego é a mais afetada, com destruição significativa de estufas.
- Os estragos vão de Odemira ao Oeste, com estufas destruídas em diversas regiões do país.
O mau tempo que assolou o país provocou prejuízos estimados em 600 milhões de euros, segundo a Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP). A avaliação inicial, atribuída à CAP, considera impactos na agricultura, florestas, vias e muros afetados pelo temporal.
O secretário-geral da CAP, Luís Mira, aponta que a estimativa pode aumentar se incluírem danos em estradas e muros derrubados. A investigação está em curso e os números podem variar conforme a contabilização de novos estragos em todo o território.
A zona do Mondego é destacada pela CAP como a mais afetada, com estufas de produção significativamente danificadas. Os prejuízos são percebidos em várias regiões, desde Odemira até ao Oeste, refletindo um impacto generalizado no setor agrícola.
Prazo de pedidos de apoio e desdobramentos
O período para agricultores apresentarem pedidos de apoio ainda não terminou e encerra no final do mês. A CAP enfatiza a necessidade de registo para aceder a eventuais compensações, com a avaliação a continuar nos próximos dias.
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