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Cidadãos denunciam silêncio da Câmara de Coimbra sobre abate de árvores

Protesto em Coimbra denuncia silêncio da Câmara sobre o abate de mais de vinte árvores para o metrobus, com dezenas de cidadãos junto à autarquia

Já foi abatida a totalidade das Acácias do Japão, 16% dos Castanheiros, 35% dos Jacarandás de flor lilás e 73% das Tipuanas de flor amarela, diz o movimento
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  • Cerca de quarenta cidadãos reuniram-se à porta da Câmara de Coimbra numa vigília de protesto pelo abate de mais de vinte jacarandás e tipuanas na rua Lourenço Almeida Azevedo, relacionado com o metrobus.
  • O movimento “As árvores têm de ficar” denunciou aos jornalistas o silêncio da autarquia, principalmente do atual executivo liderado por Ana Abrunhosa.
  • O protesto decorreu na terça-feira, junto à Câmara de Coimbra.
  • As árvores visadas são jacarandás e tipuanas, com números indicados pelo movimento de mais de vinte árvores abatidas.
  • O objetivo é chamar a atenção para o abate de árvores e a forma como o tema tem sido ignorado pela autarquia.

Um protesto pelo abate de árvores reuniu cerca de 40 residentes de Coimbra junto à Câmara Municipal, nesta terça-feira. A vigília visou o abate de mais de 20 jacarandás e tipuanas na rua Lourenço Almeida Azevedo, em protesto contra o que consideram silêncio do executivo sobre o tema, liderado por Ana Abrunhosa.

O movimento As árvores têm de ficar denunciou aos jornalistas a forma como tem sido ignorado pela autarquia, nomeadamente pelo atual executivo. A ação pretende pressionar a autarquia a apresentar soluções para o referido corte de árvores.

Segundo os organizadores, já ocorreram abatimentos anteriores de várias espécies na cidade, incluindo Acácias do Japão, Castanheiros, Jacarandás de flor lilás e Tipuanas de flor amarela, com percentuais indicados pelo grupo.

Desenvolvimento

O protesto decorreu à porta da Câmara de Coimbra, com a participação de moradores e activistas. Os manifestantes destacaram a importância das árvores para o papel ambiental e viver urbano, pedindo transparência sobre o planeamento do metrobus.

A contestação foi promovida pelo movimento cívico local, que aponta falta de comunicação por parte dos responsáveis municipais. Não houve declaração pública imediata por parte da autarquia durante a vigília.

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