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Zero propõe Plano de Restauro e depósito com reembolso em 2026

Plano de Restauro da Natureza é submetido à Comissão Europeia em setembro de 2026; depósito com reembolso para embalagens entra em vigor em abril, com incentivos a privados

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Um membro da Associação Sistema Terrestre Sustentável (ZERO), analisa os níveis de qualidade do ar na praça Duque de Saldanha, no Dia Europeu sem carros, em Lisboa, 22 de setembro de 2023. Nesta iniciativa de rua, é realizada a avaliação em tempo real, de parâmetros como o dióxido de azoto ou as partículas inaláveis e fina. ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA
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  • A Zero aponta 2026 como marco, com a finalização e submissão do Plano Nacional de Restauro da Natureza à Comissão Europeia no início de setembro, após quatro anos de atraso.
  • Em abril de 2026 será lançado o sistema de depósito e reembolso para embalagens de plástico e metal, com potencial para taxas de recolha elevadas.
  • Está prevista a atualização do Roteiro para Neutralidade Climática e da Estratégia Industrial Verde, bem como a transposição da diretiva do Direito à Reparação até 31 de julho de 2026, com incentivos para proprietários privados.
  • A Zero sublinha a necessidade de incentivos financeiros robustos para proprietários privados e de áreas de proteção estrita no domínio marinho para permitir o restauro de ecossistemas.
  • Em 2025 marcaram avanços o Tratado do Alto Mar, a área de emissões controladas do Atlântico Nordeste e iniciativas municipais de gestão de resíduos, embora persista a crítica à inércia de políticas de conservação e à falta de um Cadastro Nacional dos Valores Naturais Classificados.

O Plano Nacional de Restauro da Natureza deverá ficar concluído e submetido à Comissão Europeia no início de setembro de 2026, concomitantemente ao lançamento do sistema de depósito e reembolso para embalagens de plástico e metal, previsto para abril do mesmo ano. A associação Zero destaca incentivos financeiros robustos para proprietários privados, que detêm a maioria do território rural, como condição de sucesso.

O órgão ambiental alerta para a necessidade de áreas de proteção estrita no domínio marítimo para viabilizar o restauro de ecossistemas. A transposição da diretiva do Direito à Reparação deve ocorrer até 31 de julho de 2026. O conjunto de medidas insere-se numa revisão mais ampla de políticas climáticas e industriais.

Plano de Restauro e financiamento

O Zero reforça que os incentivos devem mobilizar proprietários privados, sem os quais o planeado restauro terrestre pode falhar. O plano de restauro visa orientar ações de recuperação de habitats e biodiversidade, com impacto direto em áreas rurais.

Sistema de depósito e reembolso

A partir de abril de 2026 entra em funcionamento o sistema para embalagens de bebidas de plástico e metal. Este mecanismo tem como objetivo melhorar as taxas de recolha e facilitar a reciclagem, contribuindo para a redução de resíduos.

Atualizações regulatórias e metas 2026

Prevê-se a atualização do Roteiro para a Neutralidade Climática e da Estratégia Industrial Verde, previstas na Lei de Bases do Clima. O país tem até 31 de julho de 2026 para transpor a diretiva do Direito à Reparação. A Zero aponta ainda a necessidade de avanços no reconhecimento de áreas naturais protegidas.

Contexto e balanço

O ano de 2025 ficou marcado pela entrada em vigor de tratados e pela atuação de várias redes de cooperação climática. Além disso, houve iniciativas municipais de gestão de resíduos e progresso em emissões controladas no Atlântico.

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