- Um estudo da Universidade de Coimbra encontrou metais pesados em esqueletos de pessoas que viveram junto à Base das Lajes, em Praia da Vitória, ilha Terceira, sugerindo possível contaminação.
- A investigação, noticiada pelo Expresso e avançada pela Lusa em 2025, detetou chumbo que reforça suspeitas de contaminação e relação com surtos de cancro.
- A presidente da Câmara da Praia da Vitória, Vânia Ferreira, afirmou que há historial de cancro no concelho, mas que tem sido feito um percurso para minimizar danos e que a qualidade da água é prioridade, com análises regulares dentro dos parâmetros.
- A autarca destacou que o acompanhamento desta matéria excede as competências do município, defendendo o envolvimento de outras entidades.
- A análise comparou dados entre Praia da Vitória e Angra do Heroísmo para avaliar se houve exposição da população, recordando que, no passado, a Força Aérea norte-americana contamiou solos e aquíferos com armazenamento e manuseamento de combustíveis e outros poluentes.
Um estudo da Universidade de Coimbra detectou metais pesados em esqueletos de pessoas que viveram junto às zonas poluídas pela base militar das Lajes, na ilha Terceira, Açores. A investigação foi avançada pelo Expresso e pela Lusa em 2025.
A análise comparou dados de Praia da Vitória com Angra do Heroísmo para avaliar se houve exposição da população da Praia da Vitória a contaminação. O chumbo foi identificado nos resultados da pesquisa.
A presidente da Câmara de Praia da Vitória, Vânia Ferreira, reconheceu um historial de cancro no concelho e destacou esforços para mitigar danos. A prioridade é a água, com análises regulares que, segundo a autarca, têm mantido parâmetros dentro do aceitável.
A autarquia entende que o acompanhamento deste tema excede competências municipais, solicitando envolvimento de outras entidades. A investigação liga a contaminação ao armazenamento e manuseamento de combustíveis e outros poluentes pela base.
Contexto e antecedentes: a pesquisa releva preocupações sobre impactos ambientais na zona. O passado aponta para ações da Força Aérea norte-americana que afetaram solos e aquíferos, o que reforça a necessidade de monitorização contínua.
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