- A União Europeia vai destacar em Portugal 60 bombeiros e duas aeronaves ligeiras entre 16 de julho e 31 de agosto, via o Mecanismo Europeu de Proteção Civil.
- No total, serão mobilizados setecentos e setenta e sete bombeiros em seis países de alto risco: Portugal, Espanha, França, Itália, Grécia e Chipre.
- Em Portugal, 20 bombeiros da Letónia ficarão entre 16 e 31 de julho; 40 bombeiros de Malta ficarão entre 1 e 31 de agosto.
- O objetivo é manter equipas preparadas para ajudar os bombeiros nacionais caso a dimensão de um incêndio exceda a capacidade de resposta de um país.
- Além das tropas, vão ser posicionadas duas aeronaves ligeiras em Portugal, num total de vinte e duas aeronaves e cinco helicópteros na União Europeia; o Centro de Coordenação de Resposta de Emergência em Bruxelas coordenará os trabalhos.
A União Europeia vai destacar em Portugal, entre 16 de julho e 31 de agosto, duas aeronaves ligeiras e 60 bombeiros, no âmbito do Mecanismo Europeu de Proteção Civil, para apoiar o combate aos incêndios rurais. A mobilização faz parte de um dispositivo europeu apresentado em Bruxelas.
Ao todo, 777 bombeiros vão estar posicionados em seis países de alto risco: Portugal, Espanha, França, Itália, Grécia e Chipre, num número superior aos 650 do ano anterior. Em Portugal, o contingente inclui 60 bombeiros divididos entre dois grupos.
O primeiro contingente, de 20 bombeiros da Letónia, ficará em Portugal entre 16 e 31 de julho. Seguirá, entre 1 e 31 de agosto, um segundo contingente de 40 bombeiros da Malta. O objetivo é manter recursos prontos para apoiar forças nacionais caso o incêndio exceda a capacidade local.
Além dos operacionais, a UE vai posicionar em Portugal duas aeronaves ligeiras, repetindo a configuração do ano passado. No total, o programa europeu envolve 22 aeronaves ligeiras e cinco helicópteros em todo o continente.
A comissária Hadja Lahbib destacou, em Bruxelas, que este é o dispositivo de combate a incêndios da UE mais ambicioso e bem coordenado de sempre, fundamentado no princípio de cooperação entre países em situações de catástrofe.
Entre meados de junho e meados de setembro, especialistas em incêndios vão reunir-se no Centro de Coordenação de Resposta de Emergência, em Bruxelas, para antecipar riscos, monitorizar recursos e reforçar a cooperação. O objetivo é responder com rapidez máxima.
Em Portugal, o dispositivo de combate a incêndios rurais já foi reforçado no início desta semana, com 13.335 operacionais e 78 meios aéreos disponíveis no terreno. A atualização reforça a capacidade de resposta nacional durante o período crítico.
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