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80% probabilidade de fenómenos climáticos extremos neste verão

A Organização Meteorológica Mundial aponta 80% de probabilidade de El Niño entre junho e agosto, aumentando o risco de fenómenos climáticos extremos e exigindo preparação global

Maio foi um mês excecionalmente quente em vários países da Europa
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  • A Organização Meteorológica Mundial (OMM) alerta para 80% de probabilidade de o fenómeno El Niño desenvolver-se entre junho e agosto.
  • O evento pode aumentar o risco de fenómenos climáticos extremos nos próximos meses.
  • Temperaturas extremamente elevadas das águas tropicais do Pacífico criam condições propícias para o El Niño, que deve influenciar padrões globais de temperatura e precipitação.
  • A diretora-geral da OMM, Celeste Saulo, destaca a necessidade de preparação para um possível El Niño de grande intensidade e de cooperação entre entidades científicas.
  • O objetivo é que governos, organizações humanitárias e setores sensíveis às alterações climáticas tomem precauções antecipadas, com previsões sazonais e alertas precoces a serem cruciais.

A Organização Meteorológica Mundial (OMM) revelou que existe uma probabilidade de 80% de o fenómeno El Niño se desenvolver entre junho e agosto deste ano, o que pode gerar fenómenos climáticos extremos nos próximos meses. A notícia baseia-se em dados recentes da agência das Nações Unidas.

Segundo a OMM, as temperaturas excepcionalmente elevadas das águas tropicais do Pacífico estão a criar condições favoráveis para o El Niño, o que pode influenciar globalmente padrões de temperatura e de precipitação.

A diretora-geral da OMM destacou a necessidade de preparação para um possível El Niño de grande intensidade e confirmou que a organização irá colaborar com outras entidades científicas para antecipar os impactos o mais rapidamente possível.

O objetivo das ações é permitir que governos, organizações humanitárias e setores sensíveis às alterações climáticas adotem medidas de precaução com antecedência, reduzindo riscos.

Especialistas enfatizam que previsões sazonais e alertas precoces são cruciais para minimizar danos, proteger comunidades vulneráveis e mitigar impactos económicos associados. Celeste Saulo reforçou a importância da cooperação internacional.

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