- A associação Zero mediu dióxido de azoto na entrada de 15 escolas em Lisboa e os valores estão acima das recomendações da Organização Mundial de Saúde.
- Quase todos os valores excedem o limite definido pela revisão da Directiva Europeia da Qualidade do Ar, que entrará em vigor em 2030.
- A poluição é associada principalmente ao tráfego rodoviário.
- Nesta segunda-feira, uma rua em frente a uma escola teve o trânsito cortado.
- A Zero descreve os resultados como “preocupantes” e a Câmara Municipal de Lisboa diz que acompanha regularmente a qualidade do ar na cidade.
A associação ambientalista Zero mediu as concentrações de dióxido de azoto à entrada de 15 escolas de Lisboa e verificou que os valores ultrapassam os limites recomendados pela OMS. A análise foi divulgada na segunda-feira, Dia Mundial da Criança.
Os dados indicam que o poluente, maioritariamente resultante do tráfego rodoviário, ultrapassa ainda o limite definido pela revisão da Directiva Europeia da Qualidade do Ar, que entrará em vigor em 2030. A Zero descreve os resultados como preocupantes.
A Câmara Municipal de Lisboa afirma acompanhar regularmente a qualidade do ar na cidade, sem indicar medidas imediatas. A investigação concentra-se na zona envolvente às escolas e no impacto do tráfego local.
Nesta segunda-feira, uma rua em frente a uma escola registou corte de trânsito, refletindo a tentativa de reduzir a circulação e a concentração de poluentes no perímetro escolar.
As conclusões destacam a necessidade de monitorização contínua e de estratégias para mitigar a exposição de crianças a poluentes ligados ao tráfego, mantendo o foco na qualidade do ar pelas vias de acesso escolar.
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