- Em maio, a Autoridade Marítima Nacional registou 108 salvamentos, 67 ações de primeiros-socorros e duas vítimas mortais nas praias portuguesas, ambas em praia marítima fora da época balnear.
- O primeiro óbito ocorreu em 26 de maio, na Praia do Molhe Leste, Peniche, por doença súbita, numa área não vigiada.
- O segundo acidente mortal ocorreu em 28 de maio, por afogamento, na Praia do Dragão Vermelho, Costa da Caparica, onde a vigilância termina a 30 de setembro.
- A época balnear nacional decorre entre 15 de abril e 31 de outubro, com muitas câmaras municipais a iniciar a vigilância a 1 de junho.
- A AMN/autoridade salgou a recomendação de praias permanentemente vigiadas e de seguir sinais, instruções dos nadadores-salvadores e o 112 em caso de emergência, destacando ainda a necessidade de reduzir risco em praias sem vigilância.
- Para 2026, a Agência Portuguesa do Ambiente identificou 671 águas balneares em Portugal, sendo 523 no continente, 88 nos Açores e 60 na Madeira.
Poucos dias após o início oficial da temporada balnear, a ANM revelou um conjunto de dados de maio que mostra a atividade de salvamento e dois óbitos registados em praias fora da época de vigilância. Entre 1 e 31 de maio, foram realizados 108 salvamentos e 67 ações de primeiros socorros, com duas vítimas mortais em praias marítimas sem vigilância.
O primeiro acidente ocorreu a 26 de maio, na Praia do Molhe Leste, em Peniche (Leiria). A vítima faleceu devido a uma doença súbita numa zona balnear não vigiada, onde o dispositivo de vigilância não estava ativo, visto que a vigilância naquela praia decorre entre 1 de junho e 15 de setembro.
O segundo acidente registou-se a 28 de maio, na Praia do Dragão Vermelho, na Costa de Caparica (Almada), onde ocorreu um afogamento. A vigilância balnear naquela área funciona de 1 de junho a 30 de setembro, pelo que estes factos ocorreram fora do período de vigilância definido.
Além dos casos fora da época balnear, a AMN indica que, em maio, não foram registadas outras mortes em praias marítimas vigiadas, não vigiadas ou em zonas sem vigilância. Como medida preventivas, a autoridade salienta a existência de praias permanentemente vigiadas e a necessidade de cumprir sinalização, orientações de nadadores-salvadores e de agentes.
Observando o panorama nacional, para 2026 a Agência Portuguesa do Ambiente identifica 671 águas balneares, sendo 523 no continente, 88 nos Açores e 60 na Madeira. As recomendações incluem não expor-se a riscos desnecessários, observar períodos de digestão, evitar imersões em águas frias de forma abrupta e chamar o nadador-salvador ou o 112 em caso de emergência.
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