- A Triângulo de Pedra, da Póvoa de Lanhoso, cumpriu as exigências do Tribunal da Relação de Guimarães para reduzir ruído e poeiras.
- A empresa já tinha chegado a acordo verbal com os vizinhos autores da queixa antes da decisão judicial.
- Investiu nas instalações para mitigar os impactos, cobrindo e fechando a zona de corte de granito.
- Alterou o local de entrada de camiões de transporte.
- A notícia refere uma empresa de Taíde com 17 operários.
A Triângulo de Pedra, unidade com sede na Póvoa de Lanhoso (Taíde), foi obrigada pelo Tribunal da Relação de Guimarães a reduzir o impacto do ruído e das poeiras. A empresa já cumpriu as exigências para minorar os efeitos negativos sobre os vizinhos, após a decisão judicial.
Antes mesmo do acórdão, a gestão já tinha chegado a um acordo verbal com os autores da queixa e iniciou medidas para mitigar o impacto ambiental. A notícia foi avançada pela administração ao JN.
Medidas implementadas incluem o cobrir e fechar da zona de corte de granito e a alteração do local de entrada de camiões de transporte, de forma a separar fluxos de circulação de veículos de áreas sensíveis.
A empresa emprega 17 operários e mantém o foco na melhoria das instalações para reduzir ruído e poeiras. Os ajustes visam cumprir as obrigações impostas pela justiça e prevenir novas queixas na comunidade.
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