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Conflito no Báltico levanta dúvidas sobre uso político da baleia Timmy

Baleia encalhada continua em zonas pouco profundas, com nova operação de salvamento a suscitar divergências na equipa e críticas ao ministro do Ambiente

Um ajudante coloca panos na baleia jubarte encalhada no Mar Báltico
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  • Baleia-de-bossa encalhada no Mar Báltico, chamada Timmy ou Hope, situava-se perto da ilha de Poel, à saída da baía de Kirchsee, com nova tentativa de salvamento planeada através de um canal por baixo do animal e eventual içamento num navio de carga sem propulsão.
  • Existem controvérsias internas na equipa de salvamento privada: uma antiga assessora demitiu-se e a veterinária Jenna Wallace também abandonou o grupo, alegando liderança dominadora de dois membros-chave.
  • A veterinária Janine Bahr-van Gemmert sofreu derrame durante o resgate e permanece em estado crítico; a equipa substituiu membros, incluindo Jeffrey Foster, ligado a projetos de santuários de baleias.
  • O ministro do Ambiente de Meclemburgo-Pomerânia Ocidental, Till Backhaus, enfrenta críticas entre especialistas que defendiam deixar a baleia; a AfD acusa uso político da baleia para campanha eleitoral antes das eleições de setembro.
  • A baleia continua sem comer, com panos molhados cobrindo suas costas para proteção solar, mantendo-se em águas próximas da costa.

O que aconteceu: uma baleia-de-bossa encalhada no Mar Báltico continua no centro de uma disputa pública e política. Após tentativas com almofadas de ar e pontão, a baleia Nadou para longe e ficou novamente junto à baía de Kirchsee, perto da ilha de Poel.

Quem está envolvido: uma equipa privada de salvamento planeia nova intervenção. A operação envolve empresários alemães, incluindo Walter Gunz, fundador da MediaMarkt, e Karin Walter-Mommert, associada a campanhas políticas.

Quando e onde: o incidente decorre no estado de Meclemburgo-Pomerânia Ocidental, perto da costa báltica da Alemanha, com ações recentes anunciadas nas últimas semanas e novas tentativas previstas.

Porquê: opiniões divergentes entre especialistas marinhos dividem-se entre deixar a baleia morrer em paz e tentar salvá-la para fins de imagem pública e pressões eleitorais. A baleia pesa cerca de 15 toneladas.

Conflitos na equipa de salvamento privada

A antiga porta-voz do grupo, Christiane Freifrau von Gregory, demitiu-se, referindo divergências internas. Jenna Wallace, veterinária do Havai, também pediu saída em protesto.

Wallace acusa líderes da organização – nomeadamente Sergio Bambarén, da ONG Mundo Azul, e o influenciador Danny Hilse – de dominar a operação de forma centrada na autopromoção.

Incidente médico na equipa

Janine Bahr-van Gemmert sofreu um derrame durante o resgate e foi transportada de helicóptero para hospital. O estado de saúde é crítico, segundo informações não oficiais.

Mudanças na liderança da operação

Walter Gunz reforçou a equipa com Jeffery Foster, vindo da Islândia, ligado a projetos de santuários de baleias no Canadá. A presença de Foster visa apoiar ações no Atlântico Norte.

Repercussão política

O ministro do Ambiente, Till Backhaus (SPD), enfrenta críticas crescentes. Peritos do Museu Marítimo de Stralsund defendiam deixar a baleia morrer em paz, o que gerou descontentamento interno.

Contexto eleitoral

A cinco meses das eleições estaduais, a AfD acusa o governo de exploração eleitoral da baleia, enquanto a gestão é mantida pelo SPD e pela Die Linke. Manuela Schwesig lidera as intenções de voto no atual executivo.

Estado do animal

As costas de Timmy estão protegidas com panos húmidos para evitar o calor. A baleia ainda não se alimentou, apesar de atirarem peixe aos poucos para incentivar a alimentação.

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