- As praias da Costa da Caparica e de São João da Caparica vão permanecer encerradas durante os trabalhos de reposição de areia, iniciados na praia de São João da Caparica nesta quinta-feira.
- A intervenção decorre de forma progressiva entre abril e junho, e as praias não são interditadas em simultâneo: cada praia abre antes de o trabalho na seguinte recomeçar.
- A operação é promovida pela Agência Portuguesa do Ambiente, em parceria com a Administração do Porto de Lisboa, e financiada pelo Programa para a Ação Climática e Sustentabilidade, com um investimento de cerca de 9 milhões de euros.
- Estão previstos quase um milhão de metros cúbicos de areia a deslocar do Canal da Barra Sul, na entrada do estuário do Tejo.
- Os trabalhos, que tinham sido interrompidos em novembro de 2025 devido ao mau tempo, vão estender-se até junho, com duração estimada de sessenta dias; o mau tempo este ano provocou erosão de 20 a 30 metros em várias zonas costeiras.
Já arrancaram as obras de reposição de areia na Costa da Caparica, que vão obrigar ao encerramento temporário de acesso às praias de Costa da Caparica e de S. João da Caparica. A intervenção começa esta quinta-feira na praia de S. João da Caparica e decorre de forma gradual entre abril e junho.
As praias não ficarão interditadas ao mesmo tempo: cada trecho só é iniciado quando a praia anterior já estiver reaberta ao público. O reajuste da areia visa adaptar o litoral às alterações climáticas, minimizando impactos na zona costeira.
Detalhes do projeto
A iniciativa é promovida pela Agência Portuguesa do Ambiente, em parceria com a Administração do Porto de Lisboa, e é financiada pelo Programa para a Ação Climática e Sustentabilidade. O investimento aproxima-se dos 9 milhões de euros.
Prevê-se o deslocamento de cerca de 1 milhão de metros cúbicos de areia do Canal da Barra Sul, situado na entrada do estuário do Tejo. Os trabalhos, retomados após paragem em novembro de 2025 por mau tempo, devem decorrer por cerca de 60 dias.
A intervenção foi interrompida em novembro de 2025 devido às condições atmosféricas adversas. Em 2026, o planeamento aponta para conclusão em junho, com fases de obras que permitam o regresso gradual ao público. Em paralelo, o temporal intenso deste ano já provocou erosões de 20 a 30 metros em várias zonas costeiras.
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