- O Governo aprovou um apoio de 76,5 milhões de euros para zonas ribeirinhas e costeiras afetadas pelo comboio de tempestades de janeiro e fevereiro, com foco em infraestruturas hídricas e litoral.
- O Fundo Ambiental destina-se a reconstruir e proteger territórios ribeirinhos e costeiros, abrangendo municípios não apenas pela calamidade, mas também com danos identificados pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA).
- A medida permite contratos-programa com a APA e municípios, visando tornar os territórios mais robustos e resilientes.
- Foi ainda aprovado um investimento de 7,7 milhões de euros para repor um milhão de metros cúbicos de areia na linha costeira da Costa da Caparica, Almada.
- O comboio de tempestades, entre 22 de janeiro e 15 de fevereiro, deixou 18 mortos e afetou principalmente as regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo.
O Governo aprovou um apoio de 76,5 milhões de euros destinados aos territórios mais afetados pelo comboio de tempestades de janeiro e fevereiro, com foco em infraestruturas hídricas e litoral.
A verba, financiada pelo Fundo Ambiental, visa reconstruir e proteger áreas ribeirinhas e costeiras, segundo o ministro da Presidência, António Leitão Amaro.
O objetivo é tornar os territórios mais robustos e resilientes, autorizando contratos-programa com o Fundo Ambiental, a APA e os municípios abrangidos.
Investimento para a costa e o litoral
Foi ainda aprovada a delaratação de um investimento de 7,7 milhões de euros para repor um milhão de metros cúbicos de areia na linha costeira da Costa da Caparica, no concelho de Almada, Setúbal.
Leitão Amaro afirmou que o reforço da linha costeira visa garantir condições, segurança e fruição de um espaço muito importante para a região.
Portugal foi atingido por um comboio de tempestades entre 22 de janeiro e 15 de fevereiro, com 18 mortos, seis dos quais em Leiria. As zonas Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.
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