- Açores têm 88 zonas balneares aprovadas para este ano, mais uma em relação a 2025, com a reabertura do ilhéu de Vila Franca do Campo.
- O ilhéu volta a integrar as zonas de banhos, elevando para 25 o total de locais balneares na ilha de São Miguel.
- A ilha do Pico continua a ter o maior número de zonas balneares da região, com 26; Terceira tem 16; Faial, 6; Graciosa, 5; Santa Maria, 4; São Jorge, 3; Flores, 2; Corvo, 1.
- A época balnear varia conforme a zona, iniciando entre um de junho e treze de julho e terminando entre trinta e um de agosto e onze de outubro.
- A reabertura do Vila Franca do Campo ocorreu após monitorização e análises com a Agência Portuguesa do Ambiente, mantendo-se a ligação marítima ao ilhéu com capacidade de 400 pessoas por dia (200 em simultâneo no interior da cratera).
Os Açores aprovam 88 zonas balneares para 2026, mais uma do que em 2025, com a reabertura do ilhéu de Vila Franca do Campo, em São Miguel. A decisão consta de uma portaria publicada no Jornal Oficial.
A reabertura devolve aos banhos o ilhéu, que estava encerrado por águas contaminadas. Com a reinserção, São Miguel passa a ter 25 locais balneares costeiros.
Distribuição por ilha
O Pico mantém o maior número de zonas, com 26. Seguem-se Terceira (16), Faial (6), Graciosa (5), Santa Maria (4), São Jorge (3), Flores (2) e Corvo (1).
A época balnear varia por zona, iniciando entre 1 de junho e 13 de julho, e terminando entre 31 de agosto e 11 de outubro. A portaria define a periodização anual.
Reabertura do ilhéu Vila Franca
O secretário regional do Ambiente, Alonso Miguel, anunciou a reabertura das banhos, destacando a importância para residentes e turismo. Foram realizadas análises com a APA, classificando a água como aceitável.
O ilhéu, Reserva Natural integrada na Rede Natura 2000, esteve interdito a banhos no verão de 2025. A ligação marítima ao ilhéu mantém-se com capacidade de 400 pessoas por dia.
O acesso permanece assegurado pelo Clube Naval local, com 200 pessoas dentro da cratera e 200 na área externa. O local faz parte de geossítio do Açores Geoparque Mundial da UNESCO.
A reabertura ocorre após monitorização contínua e trabalhos de melhoria na zona balnear, em linha com o compromisso do Governo Regional de acompanhar a qualidade da água.
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