- O presidente da Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente (ANEFA), Pedro Serra Ramos, diz que há capacidade para desobstruir caminhos florestais nas zonas mais afetadas pelas tempestades, nomeadamente em Leiria e em Pombal, até ao verão.
- A prioridade é abrir os caminhos florestais para reduzir o risco de fogos durante o período de maior perigo.
- A remoção da madeira dos terrenos afectados é mais complexa e pode estender-se além do verão.
- A operação de remoção deverá manter-se demorada, dada a quantidade de árvores caídas e as dificuldades logísticas envolvidas.
O confronto com os efeitos das tempestades deixou milhares de árvores caídas, principalmente em áreas florestais ainda por limpar. A remoção avança, mas a recuperação total será lenta.
O presidente da ANEFA, Pedro Serra Ramos, afirma que existe capacidade para libertar os caminhos florestais nas regiões mais afetadas, com foco inicial em Leiria e em Pombal. O objetivo é reduzir o risco de fogo durante o verão.
Contudo, a retirada de madeira dos terrenos não deverá ficar apenas pelos caminhos, já que a operação é extremamente complexa. A estimativa é de que o processo se estenda por vários meses além dessa fase inicial.
Desobstrução de caminhos
Os caminhos florestais deverão ficar abertos a tempo, mas o restante dos trabalhos exige planeamento, recursos e coordenação entre entidades. A prioridade é reduzir riscos e facilitar o acesso a áreas afetadas.
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