- A APA indica que, no final de março, quase todas as bacias hidrográficas do continente apresentavam valores acima da média de março, com a exceção da bacia do Ave.
- Das 59 albufeiras monitorizadas, 51 têm disponibilidades hídricas superiores a 80% do volume total, não havendo barragens com menos de 40%.
- Comparando com fevereiro, houve aumento do volume armazenado em cinco bacias e diminuição em seis.
- Mira armazenava 99,4% da água, Barlavento 100%, perto do rendimento médio de cerca de 70%.
- Guadiana registava 97,5% (média 83,3%), Sado 98,4% (média 62,2%), Oeste 98,1%, Tejo 92,1% (média 79%) e Ave 54,7% (média 71,7%).
A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) apresenta o boletim de armazenamento de água nas albufeiras de Portugal Continental relativo a março. O estudo mostra que, com exceção da bacia do Ave, as bacias monitorizadas apresentaram valores superiores à média de março.
Segundo o relatório, houve aumento do volume armazenado em cinco bacias e decréscimo em seis face a fevereiro. No total, 51 das 59 albufeiras monitorizadas estavam acima de 80% da sua capacidade total. Nenhuma barragem ficou abaixo de 40%.
Panorâmica por bacia
Entre as bacias com melhores disponibilidades, Mira (Alentejo) atingiu 99,4% e Barlavento (Algarve), 100%, com médias históricas pouco acima de 70%. Guadiana (97,5%), Sado (98,4%) e Oeste (98,1%) ficaram próximos dos seus patamares máximos relativos.
A bacia do Tejo regista 92,1% (média histórica 79%). O conjunto das demais bacias situou-se acima dos 80%, com exceção da Ave, em 54,7% (média 71,7%). Estes valores indicam condicionantes regionais no Ave.
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