- Em março, os incêndios na Amazónia brasileira cresceram 13,2% face a março de 2023, com 874 focos identificados.
- Em relação a fevereiro, o número de áreas em chamas manteve-se estável, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
- A maior parte dos incêndios resulta da desflorestação causada por mineração ilegal e comércio ilícito de madeira, além dos impactos das alterações climáticas.
- Em 2024, a seca induzida pelo El Niño levou a problemas de água em 58% do território brasileiro, sendo a maior seca desde 1950.
- Desde 2023, o Governo destinou 815 milhões de reais para reduzir a desflorestação e os incêndios na Amazónia, com ações em fiscalização, formação técnica e pagamentos a pequenos agricultores por serviços ambientais, em 70 municípios prioritários.
Os incêndios na Amazónia brasileira cresceram 13,2% em março, totalizando 874 focos, segundo dados oficiais. A subida ocorre face a igual mês de 2023 e foi anunciada na quinta-feira por órgãos do governo.
Em relação a fevereiro, o número de áreas em chamas manteve-se estável, segundo o sistema de alertas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). A maior floresta tropical continua a registar variações mensais.
Causas
Os incêndios no bioma resultam sobretudo da desflorestação associada a atividades como mineração ilegal e comércio ilícito de madeira. O fenómeno climático El Niño intensificou situações de seca na região.
Contexto recente
Em 2024, a Amazónia ficou marcada por secas severas, com maior incidência de fogo. O El Niño contribuiu para a maior seca desde 1950, afetando 58% do território nacional.
Intervenção governamental
Desde 2023, sob a liderança de Lula da Silva, o governo destinou 815 milhões de reais para reduzir desflorestação e incêndios na Amazónia. Os recursos apoiaram fiscalização, formação técnica e pagamentos a pequenos agricultores por serviços ambientais.
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