- Mais de mil e quinhentos crias de tartaruga-da-Amazónia (Podocnemis expansa) foram libertadas no rio Negro, no coração da floresta amazónica.
- A libertação ocorreu no Parque Nacional de Jaú, perto de Novo Airão, integrada num programa de conservação de longa duração.
- A iniciativa é liderada pela Wildlife Conservation Society (WCS), em parceria com moradores locais e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
- O objetivo é apoiar a reprodução da espécie, que se encontra ameaçada, e reforçar a cooperação com comunidades locais e indígenas.
- Especialistas defendem que este tipo de ações é essencial para preservar a biodiversidade na região amazónica.
Desde o coração da floresta amazónica, mais de 1.500 crias da tartaruga-da-Amazónia (Podocnemis expansa) foram devolvidas à natureza ao longo do rio Negro, numa ação de conservação.
A libertação ocorreu no Parque Nacional de Jaú, próximo de Novo Airão, numa iniciativa integrada num programa de reprodução da espécie, atualmente ameaçada.
A iniciativa é liderada pela Wildlife Conservation Society (WCS), em parceria com moradores locais e o ICMBio, o instituto brasileiro de conservação.
Parcerias e liderança
O projeto pretende reforçar a cooperação com comunidades locais e indígenas, expandindo as ações de proteção da espécie.
Especialistas destacam que programas semelhantes são cruciais para preservar a biodiversidade na região amazónica.
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