- O Governo criou o projeto Áreas Protegidas Inteligentes e Seguras (APIS) para reforçar a proteção contra incêndios em áreas protegidas, começando com dois projetos-piloto.
- No Parque Natural do Alvão, a APIS conta com o CoLab ForestWISE (Laboratório Colaborativo para a Gestão Integrada da Floresta e do Fogo) e um orçamento até 125 mil euros para este ano e o próximo.
- Na Serra do Açor, a APIS envolve o Centro de Estudos sobre Incêndios Florestais (CEIF) da Universidade de Coimbra, com o mesmo montante para os dois anos.
- O Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) coordena o APIS, com financiamento do Fundo Ambiental, e prevê relatórios de avaliação para alargar o programa a outras áreas protegidas.
- Os dois territórios já tiveram incêndios no ano passado, e o uso de novas tecnologias pretende deteção precoce e monitorização para reduzir riscos e impactos ambientais e económicos.
O Governo lança o projeto APIS, Áreas Protegidas Inteligentes e Seguras, para reforçar a proteção contra incêndios em áreas protegidas. Dois pilotos arrancam no Parque Natural do Alvão e na Serra do Açor, com uso de novas tecnologias.
O despacho, assinado pela ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, entra em vigor no dia seguinte à sua publicação. O objetivo é testar soluções digitais para prevenção e gestão de riscos.
Cada território recebe um orçamento de até 125 000 euros para dois anos, com parceria de entidades especializadas: CoLAB ForestWISE no Alvão e CEIF da Universidade de Coimbra na Serra do Açor.
Estrutura e Implementação
O APIS é coordenado pelo ICNF e financiado pelo Fundo Ambiental. Os projetos vão orientar a deteção precoce de incêndios e reforçar a monitorização com tecnologia. Se os resultados forem positivos, pode abranger outras áreas protegidas com necessidades semelhantes.
Contexto e Desdobramentos
Ambas as áreas sofreram incêndios no último ano, sinalizando vulnerabilidade regional. O governo salienta que a prevenção deve ser prioritária para reduzir impactos na biodiversidade, na economia local e no turismo.
A avaliação dos dois pilotos incluirá relatórios que determinem condições para aplicar o APIS noutras áreas protegidas, conforme os resultados obtidos.
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