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Praia da Calada, Mafra, sem condições de banhos em 2026 por mau tempo

Praia da Calada não terá banhos em 2026 devido à instabilidade da arriba, com acesso suspenso e plano de obras de recuperação em avaliação

Praia da Calada em Mafra "sem condições" para banhos em 2026 devido aos estragos do mau tempo
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  • A Praia da Calada, Mafra, não terá condições para banhos em 2026 devido à instabilidade da arriba.
  • O presidente da Agência Portuguesa do Ambiente, José Pimenta Machado, afirmou que este ano não há condições de acesso à praia para proteger pessoas e bens.
  • O anúncio ocorreu durante a apresentação de um relatório sobre os efeitos do mau tempo entre outubro de 2025 e os primeiros dias de 2026, e do plano de obras de recuperação.
  • O relatório indica danos em obras de proteção costeira e sinaliza instabilidade de várias praias do concelho.
  • Desde 28 de janeiro, as depressões Kristin, Leonardo e Marta provocaram pelo menos 19 mortes em Portugal, além de danos significativos e prejuízos de milhares de milhões de euros.

A Praia da Calada, em Mafra, no distrito de Lisboa, não terá condições para banhos em 2026 devido à instabilidade da arriba. A decisão foi anunciada pelo presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA). A busca por proteção de pessoas e bens justifica a suspensão de acesso.

José Pimenta Machado, em comunicado no Porto, apresentou um relatório da APA sobre os efeitos do mau tempo entre outubro de 2025 e os primeiros dias de 2026. O documento também detalha o plano de obras para recuperação e minimização de danos.

Questionado sobre outras praias, o presidente construiu a ideia de trabalhar para abrir o máximo possível. No entanto, reforçou que a Calada permanece sem condições de acesso neste ano e que a estabilização da arriba não está garantida.

Contexto e impactos

No relatório, a APA aponta a instabilidade da arriba como fator determinante, associada a danos em obras de proteção costeira. Diversas praias do mesmo concelho aparecem com riscos semelhantes, segundo o documento.

Desde 28 de janeiro, Portugal contabiliza pelo menos 19 mortes associadas à passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta. Centenas ficaram feridas, desalojadas e deslocadas. As regiões mais afetadas foram Centro, Lisboa e Vale do Tejo, e Alentejo.

Os temporais causaram destruição de habitações, empresas e infraestruturas, além de cortes de energia, água e comunicações. Os prejuízos totais ascendem a vários milhar de milhões de euros, com impactos ainda por quantificar em alguns locais.

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