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Obra de emergência no paredão de Moledo avança em duas a três semanas

Obra de emergência no paredão de Moledo começa em duas a três semanas, com três a quatro milhões de euros para estabilizar a zona e preparar intervenção estrutural futura

Cerca de 50 metros do paredão da praia de Moledo estão destruídos.
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  • O paredão da praia de Moledo, em Caminha, ruiu em cerca de 50 metros lá onde há um bar, com danos visíveis na frente costeira.
  • A intervenção de emergência ficou estimada em três a quatro milhões de euros, para estabilizar a zona e proteger pessoas e bens.
  • Será executada em duas fases: uma solução rápida de estabilização e uma intervenção estrutural mais robusta para reforçar toda a frente de proteção.
  • O início dos trabalhos rápidos está previsto para duas a três semanas, incluindo remoção de pedras e enrocamento na base. A segunda fase depende de concursos, projetos e sondagens.
  • A Administração da APA e autoridades locais vão acompanhar a costa; haverá balanço de danos na próxima quarta-feira e avaliação de impactos na época balnear.

Cerca de 50 metros do paredão da praia de Moledo, em Caminha, ruiu devido à força do mar, após temporais recentes. A intervenção de emergência foi avaliada pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) entre 3 a 4 milhões de euros, com início previsto nas próximas semanas.

O presidente da APA, José Pimenta Machado, visitou a zona acedendo ao areal junto a um bar junto ao paredão, acompanhado pelas autarcas de Caminha e Moledo. O objetivo é estabilizar rapidamente a área e, depois, reforçar a frente de proteção contra a erosão.

A primeira fase, de caráter rápido, visa retirar pedragulhos, montar enrocamento na base e reduzir o recuo do mar. A segunda fase envolve projetos, sondagens e o lançamento de concurso público para a execução da obra mais robusta.

Intervenção em duas fases

Pimenta Machado explicou que a intervenção emergente destina-se a estabilizar a zona instável e proteger pessoas e bens, com custos estimados entre 3 e 4 milhões de euros. A ação estrutural exigirá projetos, verificação de enrocamentos e fundação do novo muro junto a estes, com etapa de concurso público.

Liliana Silva, presidente da Câmara de Caminha, destacou o impacto económico para a região, que depende do turismo na época balnear. A autarquia acompanha de perto a evolução da obra e o estado da duna local.

Perspetivas e balanço

A APA prevê monitorizar a costa e apresentar, na próxima quarta-feira, um balanço de danos na costa portuguesa e nas zonas ribeirinhas atingidas. O presidente da APA lembrou que o litoral entre Moledo e Vila Real de Santo António foi fortemente atingido pelas tempestades deste ano.

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