Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Norueguês em remissão do VIH após transplante de células estaminais do irmão

Paciente norueguês de 63 anos entra em remissão do VIH após transplante de células estaminais do irmão com mutação genética, o primeiro caso familiar

O homem é a primeira pessoa com VIH a entrar em remissão após receber um transplante de um familiar
0:00
Carregando...
0:00
  • Um paciente norueguês de 63 anos entrou em remissão prolongada do VIH após transplante de células estaminais do irmão portador de uma mutação genética determinante.
  • O caso é conhecido como “paciente de Oslo” e integra pouco mais de meia dúzia de pessoas no mundo com remissão prolongada após transplante desse tipo.
  • O estudo foi publicado na revista Nature Microbiology nesta segunda-feira (data não especificada no conteúdo fornecido).
  • O transplante foi feito com células estaminais de um familiar, numa abordagem ainda rara para controlar a infecção por VIH.
  • O caso marca o primeiro registo de remissão subsequente a transplante de células estaminais de um familiar em uma pessoa com VIH.

O paciente de Oslo entrou em remissão prolongada do VIH após receber um transplante de células estaminais de um irmão. O caso é apresentado num estudo publicado esta segunda-feira na Nature Microbiology.

O homem norueguês, de 63 anos, é apontado como a primeira pessoa com VIH a alcançar remissão após um transplante realizado com células estaminais de um familiar. O tratamento utilizou células do irmão portador de uma mutação genética relevante para o vírus.

A notícia chega como mais um caso entre pouco mais de meia dúzia de pacientes no mundo que obtiveram remissão prolongada após transplante de células estaminais, segundo o estudo. Os detalhes foram revelados pela equipa de pesquisa responsável.

O estudo indica que o transplante envolveu células estaminais do irmão, que carregava a mutação CCR5, associada a menor suscetibilidade ao VIH. A remissão significa ausência de replicação viral detectável sem terapêutica antirretroviral.

O relato descreve o desfecho clínico do paciente, incluindo a interrupção gradual da terapêutica antirretroviral sob supervisão médica e a manutenção da remissão ao longo do tempo analisado. Os resultados explicam parte da investigação sobre estratégias de cura do VIH.

O trabalho destaca que casos semelhantes são raros, exigindo condições específicas de compatibilidade e mecanismos imunológicos acionados pelo transplante. A comunidade científica acompanha com cautela o desfecho a longo prazo.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais