- Souvenir: Lisboa Teatro Ibérico, 28/5 e 29/5, às 21h, M/14, 10€. Peça sobre a emigração portuguesa para França nos anos sessenta/setenta, baseada na experiência familiar e em 25 testemunhos, com foco na empatia para combater xenofobia.
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- Pareciam Homens ao Longe: Coimbra, Teatro da Cerca de São Bernardo, de 7/5 a 31/5. Quinta, 19h; sexta e sábado, 21h30; domingo, 16h, M/14, 5€ a 10€. Três peças curtas de Gil Vicente Tavares sobre guerra, totalitarismos, medo e violência de género.
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- Slumber Party: Heartbreak Edition: Porto, Café-Teatro do Campo Alegre, 28/5 e 29/5, às 19h30, 7€. Performance da Instável – Centro Coreográfico, em co-produção com o Teatro Municipal do Porto, sobre desilusão amorosa e vulnerabilidade.
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- Tim: Lisboa, Culturgest, Auditório Emílio Rui Vilar, 28/5, às 21h, M/6, 35€. Concerto a solo de Tim (dos Xutos & Pontapés) para marcar o início do ciclo Caixa na Culturgest, com convidados e banda habitual.
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- Querida Prisão: Setúbal, Inatel, de 22/5 a 31/5, quartas a sábados 21h; domingos 16h, M/14. Reservas: teatroestudiofontenova@gmail.com. Peça estreia uma carta à prisão interior, 100.ª produção do Teatro Estúdio Fontenova, com Rafaela Bidarda na dramaturgia e direção.
A programação da quinta-feira oferece uma variedade de propostas teatrais e musicais em várias cidades do país. Em Lisboa, a montagem Souvenir, de Tiago Cadete, recua à emigração portuguesa para França nos anos 60/70, num formato de reflexão sobre o passado e a empatia. A estreia ocorreu em Torres Vedras, com apresentação prevista para o Teatro Ibérico, nos dias 28 e 29 de maio, às 21h.
A peça, destinada a maiores de 14 anos, tem o custo de 10 €. A produção juntou relatos de 25 testemunhos, que ajudaram Cadete a construir uma memória coletiva e a promover uma reflexão que, segundo a folha de sala, visa combater xenofobia e populismo. A encenação é apresentada como uma memória que torna o passado mais vivo.
Em Coimbra, o Teatro da Cerca de São Bernardo recebe Pareciam Homens ao Longe entre 7 e 31 de maio. As sessões ocorrem de quinta a domingo, com horários variados, e o bilhete varia entre 5€ e 10€. A peça, criada por Gil Vicente Tavares em parceria com o Teatro Nu, aborda temas como guerra, totalitarismos e violência de género, através de três curtas encenadas pela Escola da Noite.
A montagem inclui Praxa de Guerra, inédita, que analisa os efeitos do conflito étnico e a possibilidade de compreensão que ultrapassa fronteiras. Os Javalis surge como uma crítica ao consumismo e às referências do ser humano atual. Os Amantes II, inspirado na obra de Magritte, explora solidão, alienação e violência doméstica.
No Porto, o Café-Teatro do Campo Alegre recebe Slumber Party: Heartbreak Edition, nos dias 28 e 29 de maio, às 19h30, com ingresso de 7 €. A peça é uma performance da Instável – Centro Coreográfico, em co-produção com o Teatro Municipal do Porto. João Oliveira e Mariana Barbosa apresentam uma proposta que mistura festa de pijama com uma purga emocional coletiva, segundo a produção.
Ainda em Lisboa, Tim, no Culturgest, auditório Emílio Rui Vilar, apresenta-se no dia 28 de maio, às 21h, com bilhete de 35 €. O espetáculo marca o início de um ciclo Caixa na casa, integrando a celebração de cinco décadas de carreira de Xutos & Pontapés. A apresentação inclui convidados como Mário Laginha e Pedro Jóia, além de coro feminino Tutti Encantus.
Em Setúbal, o Inatel inaugura Querida Prisão, entre 22 e 31 de maio, com sessões de quarta a sábado às 21h e domingos às 16h. A peça, com classificação de 14 anos, é a 100.ª produção do Teatro Estúdio Fontenova. A dramaturgia é assinada por Rafaela Bidarra, que também assume a direção artística, apresentando uma forma de carta à prisão interior que nos liga e separa.
A exposição Álvaro Lapa: Modernidade Platex fica em Chaves, no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, de 21 de novembro a 14 de junho. A mostra, parte da itinerância da Coleção de Serralves, destaca a relação entre pintura, filosofia e literatura ao longo de quatro décadas. A curadoria é de Miguel von Hafe Pérez e revela a constante reinvenção do pintor português.
A programação, distribuída entre várias cidades, mantém o foco na diversidade de linguagens artísticas. Entre teatro, performance, música e exibição, os eventos promovem debates críticos e experiências imersivas para públicos variados.
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