- Os portugueses compraram mais pacotes de férias no estrangeiro para o verão, atingindo um novo máximo histórico.
- As vendas subiram 20% face a 2024.
- O desvio de fluxos turísticos, causado pelo conflito no Irão, está a inflacionar preços no Algarve.
- Por isso, muitos procuram destinos mais económicos, como as Caraíbas e a Tunísia.
- As dinâmicas de guerra e inflação não travaram o crescimento das vendas de pacotes de férias.
Os portugueses reforçaram a compra de viagens ao estrangeiro para o verão, com pacotes de férias a subir 20% face a 2024, atingindo um novo máximo histórico. A procura manteve-se mesmo em tempos de guerra e inflação.
O aumento reflete uma procura estável por férias fora de país, com o setor a manter ritmo apesar de choques económicos. O contexto geopolítico influencia também preços em destinos próximos, como o Algarve, afetando a procura local.
A decorrer neste momento, observa-se um desvio de fluxos turísticos para opções mais acessíveis. Países com custos mais baixos passam a atrair turistas que procuram equilibrar orçamento e qualidade.
Destinos e comportamento dos viajantes
As Caraíbas e a Tunísia surgem como escolhas mais económicas, segundo dados de empresas de turismo. Este movimento acompanha a subida de custos de viagens em destinos tradicionais e a necessidade de poupar em lazer.
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