- Em um inquérito com mais de 27 mil veraneantes em 28 países europeus, 48% tenciona aprender uma nova competência durante as férias.
- Além disso, 42% dos turistas estão dispostos a pagar mais por viagens que incluam aprendizagem, procurando experiências autênticas com operadores locais.
- Já 37% dos inquiridos reservou uma viagem centrada na aprendizagem de competências, sob o rótulo “skilliday”.
- A geração Z lidera a tendência, com 57% dos jovens entre 18 e 24 anos a planear viagens focadas em competências; entre 24 e 34 anos, é 52%.
- As áreas mais procuradas são: aprender uma nova língua (30%), competências culinárias (28%), produção de alimentos e bebidas (28%), bem-estar e movimento (25%) e artesanato tradicional (24%).
Entre 27 mil veraneantes europeus, 37% já tinha marcado férias para aprender uma nova competência, segundo a Mastercard. A “skilliday” surge como tendência de verão, com quase metade dos inquiridos a considerar a formação durante a viagem. O estudo abrange 28 países europeus.
Quase metade dos entrevistados, 48%, diz que pretende aprender algo novo nas férias. Além disso, 42% estariam dispostos a pagar mais por experiências que integrem aprendizagem. Os dados apontam para uma procura por experiências autênticas junto de operadores locais.
Entre os 28 países estudados, 37% dos turistas já reservou viagens centradas no ensino de competências, designadas como “skillidays”. A geração Z lidera o fenómeno, com 57% dos 18-24 anos a ponderar este tipo de viagem.
A motivação por trás das escolhas
A Mastercard indica que 51% consideram a aprendizagem fora de casa tornar a viagem mais significativa, e 48% valorizam mais as competências adquiridas do que as simples recordações. O relatório sugere uma mudança na percepção de valor gasto em viagens.
Estas viagens centradas em competências tendem a desviar os viajantes dos pontos turísticos mais cheios, levando-os a cidades mais pequenas, zonas rurais e períodos menos concorridos. O objetivo é distribuir os benefícios do turismo de forma mais equilibrada.
Quais competências são preferidas
1. Frases básicas e conversação em nova língua – 30%
2. Competências culinárias e workshops com chefs locais – 28%
3. Produção de alimentos e bebidas, incluindo fabrico de queijo – 28%
4. Bem-estar e movimento, como meditação e artes marciais – 25%
5. Artesanato tradicional, como tecelagem e carpintaria – 24%
Outras áreas com interesse significativo incluem artes criativas (fotografia, pintura, escrita) – 23%, desporto (esqui, surf, caminhadas) – 19%, técnicas de vida sustentável – 13%. A lista mostra uma diversidade de opções para diferentes perfis.
Perfis de interesse por país e grupo etário
Sérvios destacam-se no interesse por aprender língua (45%), enquanto romenos procuram sobretudo cozinha internacional (41%). Suécia manifesta curiosidade pela produção de alimentos (37%). Slovenos valorizam bem-estar (35%), italianos artesanato tradicional (31%).
Croatas e sérvios também demonstram interesse igual em artes criativas (31%). Ucranianos destacam-se pela procura de competências desportivas, com 28% a visar a via física nas viagens.
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