- O projecto Animais de Lisboa investiga a presença de animais não-humanos na história e paisagem da cidade, desde o século XII até ao XVIII.
- O objetivo é perceber como estes animais também contam a História de Lisboa, com contributo de qualquer pessoa através do telemóvel.
- Às 10h, a equipa de quatro investigadoras começou a busca em redor do Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa.
- Identificaram estátuas com elefante e leão, e numa outra peça notaram cabeças de cão, um golfinho e mais um leão.
- Registam as localizações com fotografias e seguem para outros sítios da cidade.
O projeto Animais de Lisboa investiga a presença de animais não humanos na História e na paisagem da cidade, desde o século XII até ao XVIII. A abordagem procura revelar como estas referências aparecem no património urbano.
Às 10h, uma equipa de quatro investigadoras iniciou a busca junto ao Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, para identificar animais nas estátuas e no entorno do monumento.
As pesquisadoras analisam várias peças, com especial atenção a elefantes e leões representados em algumas esculturas, além de outras referências animais já identificadas no local.
Com o telemóvel em mãos, fotografam os achados, registando a localização de cada peça para mapear a presença animal no espaço público e histórico.
Metodologia
A equipa adopta uma observação sistemática, regista cada espécie identificada e consolida os dados num mapa de localização, para posterior análise histórica. O objetivo é entender o papel dos animais na narrativa da cidade.
Qualquer pessoa pode contribuir, enviando imagens ou informações sobre referências animais que encontrar na paisagem lisboeta, para enriquecer o estudo.
O foco temporal abrange desde o século XII até ao XVIII, período em que a cidade ampliou a sua relação com símbolos animais nos espaços públicos, religiosos e civis.
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