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Juiz rejeita pedido para impedir remoção do nome de Trump do Kennedy Center

Juiz rejeita suspensão e mantém prazo para retirar o nome de Trump do Kennedy Center, em meio a controvérsia sobre a designação institucional

Trabalhadores montam andaimes por baixo do letreiro do John F. Kennedy Center for the Performing Arts, em Washington, 12 de junho de 2026
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  • Um juiz federal rejeitou o recurso do Kennedy Center e do Departamento de Justiça para impedir a remoção do nome de Donald Trump do edifício.
  • O juiz Christopher Cooper ordenou que o nome fosse retirado até esta sexta-feira.
  • Em decisão de 29 de maio, Cooper entendeu que o rebatizado foi ilegal e que apenas o Congresso pode mudar a designação, dando catorze dias para a remoção.
  • O Kennedy Center já removeu o nome do site, mas a fachada de mármore branco continua com a designação.
  • Vários artistas cancelaram apresentações; Trump afirmou que abdica do controlo do espaço que assumiu no início do seu segundo mandato.

O juiz federal Christopher Cooper rejeitou um recurso para impedir a remoção do nome de Donald Trump do John F. Kennedy Center for the Performing Arts. A decisão mantém o calendário para retirar o nome até sexta-feira.

O Kennedy Center, que já alterou o nome na fachada após a votação do conselho de curadores, permanece com o nome de Trump apenas em alguns materiais. O Departamento de Justiça também contestou a decisão inicial de Cooper.

A oposição ao recurso foi apresentada pelo conselho de curadores, alinhado com Trump, e pelo Departamento de Justiça, que alegavam suspender a ordem. Cooper afirmou que o interesse público não privilegia ações ilegais.

Decisão judicial e próximos passos

Cooper explicou que a mudança de designação só pode ser efetuada pelo Congresso, não por entidades do centro ou pela administração. O tribunal deu 14 dias para concluir a retirada do nome em todas as fachadas e materiais.

Trump reagiu à decisão comentando a renúncia ao controlo do espaço, que assumiu ao ser eleito presidente do conselho de administração no seu segundo mandato. O episódio intensifica a controvérsia sobre a presença de símbolos oficiais com o nome do presidente.

O centro já tinha removido o nome do site da instituição no início desta semana. Contudo, a fachada de mármore branco mantém, até ao momento, a inscrição com o nome de Trump.

Vários artistas já cancelaram atuações marcadas anteriormente, citando a mudança de nome e controvérsia associada. A gestão do Kennedy Center mantém a avaliação de eventuais impactos nos espetáculos programados.

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