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Acusado de homicídio do presidente dos editores; Pedro Sobral morreu em Lisboa

MP acusa condutor de 30 anos pelo homicídio por negligência grosseira de Pedro Sobral, presidente da APEL, atropelado em Lisboa a 21 de dezembro de 2024, com fuga

Pedro Sobral tinha 51 anos quando faleceu, a 21 de dezembro de 2024
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  • O Ministério Público acusou um homem de 30 anos por quatro crimes, incluindo homicídio por negligência grosseira, e quatro contraordenações rodoviárias graves e muito graves, no caso do atropelamento que tirou a vida de Pedro Sobral em Lisboa.
  • Pedro Sobral, presidente da Associação Portuguesa de Editores Livreiros (APEL), de 51 anos, foi atropelado na Avenida da Índia na manhã de 21 de dezembro de 2024, enquanto andava de bicicleta com um amigo; morreu a seguir aos ferimentos.
  • O motorista terá abalroado a traseira do veículo de duas rodas e fugiu do local, apresentando-se cerca de quatro horas depois numa esquadra da PSP na zona de Cascais.
  • A acusação indica que, além de homicídio por negligência grosseira, o arguido é também acusado de condução perigosa e omissão de auxílio, e que o tribunal determine a inaptidão para conduzir, bem como a retirada da carta de condução.
  • A investigação foi realizada pela Brigada de Investigação de Acidentes da Divisão de Trânsito da Polícia de Segurança Pública de Lisboa.

O Ministério Público acusou o condutor que, na manhã de 21 de dezembro de 2024, atropelou e matou Pedro Sobral, presidente da Associação Portuguesa de Editores Livreiros (APEL), em Lisboa. O crime ocorreu na Avenida da Índia, quando Sobral que acompanhava um amigo em bicicleta foi atingido pela traseira de um veículo de duas rodas. O empresário, de 51 anos, acabou por falecer em consequência dos ferimentos.

Segundo a acusação, o arguido fugiu do local e só se apresentou numa esquadra da PSP na zona de Cascais cerca de quatro horas depois do acidente. A Brigada de Investigação de Acidentes da Divisão de Trânsito da PSP de Lisboa ficou responsável pela investigação.

Detalhes do acidente e da acusação

O MP contabiliza quatro crimes, incluindo homicídio por negligência grosseira, e quatro contraordenações rodoviárias graves e muito graves. O arguido, de 30 anos, é ainda acusado de condução perigosa e omissão de auxílio. O procurador pede que seja considerado inapto para conduzir e que a carta de condução seja retirada.

A investigação teve o apoio da Brigada de Investigação de Acidentes da Divisão de Trânsito da PSP de Lisboa. As informações disponíveis indicam que o acidente aconteceu pela manhã, na Avenida da Índia, com Sobral na condição de ciclista acompanhante.

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