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Homem condenado a 20 anos de prisão por matar ex-mulher em Setúbal

Condenado a vinte anos por homicídio qualificado da ex-mulher na barbearia Guga, em Setúbal; expulsão do país decretada

Gustavo Maciel mata à facada a ex-companheira Iranilce Oliveira em Setúbal
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  • No dia 16 de junho de 2025, na barbearia Guga, em Setúbal, um homem de nacionalidade brasileira assassinou a ex-mulher com várias facadas.
  • A vítima foi Iranilcy Oliveira, também com 26 anos, que estava separada do marido desde 2024; o crime ocorreu após a vítima revelar ter iniciado uma nova relação.
  • O agressor, Gustavo Maciel, entregou-se na esquadra da PSP junto ao local do crime e conduziu os agentes até ao local; mesmo com socorro, Iranilcy Oliveira não resistiu.
  • A Polícia Judiciária de Setúbal deteve o suspeito por homicídio qualificado; ficou em prisão preventiva e foi julgado no Tribunal de Setúbal.
  • O veredito condenou-o a vinte anos de cadeia por homicídio qualificado; violência doméstica foi absolvida e o tribunal decretou expulsão do país.

Um homem brasileiro foi condenado a 20 anos de prisão por matar a ex-mulher à facada, em Setúbal. O crime aconteceu a 16 de junho de 2025, na barbearia Guga, na Praça Marquês de Pombal, junto à Avenida Luísa Todi. A vítima, Iranilcy Oliveira, tinha 26 anos e era separada do agressor desde 2024.

O arguido, Gustavo Maciel, de 26 anos, terá desferido várias facadas ao tronco e pescoço, após a vítima lhe ter dito que iniciava uma nova relação. A vítima ficou gravemente ferida e faleceu no local. Maciel entregou-se à PSP na esquadra perto da barbearia e cooperou com as autoridades, levando-as ao local do crime.

A Polícia Judiciária de Setúbal deteve-o por homicídio qualificado. No Tribunal de Setúbal, o homem ficou em prisão preventiva. Foi julgado por homicídio qualificado e violência doméstica, de que foi absolvido. A decisão incluiu a expulsão do país, conforme pedido pela acusação.

Desfecho judicial

Após o veredicto, o arguido foi condenado a cumprir 20 anos de cadeia pelo homicídio. A violência doméstica foi afastada da acusação. A denúncia de expulsão do território foi acolhida pelo tribunal, resultando no despacho correspondente.

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