- Até ao início de junho de 2026, morreram 28 pessoas em estabelecimentos prisionais em Portugal.
- A Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) indica 20 mortes por doença, 7 por suicídio e 1 por homicídio.
- Os números indicam continuidade dos valores dos últimos anos, mantendo a mortalidade nas prisões portuguesas entre as mais altas da Europa.
- Várias famílias contestam a falta de respostas e exigem transparência sobre as circunstâncias das mortes.
- O relatório aponta uma tendência de sazonalidade e não altera a leitura de que o problema persiste no sistema prisional.
Até ao início de junho de 2026, 28 pessoas morreram em estabelecimentos prisionais em Portugal. Os números foram comunicados pela Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) ao jornal Público.
A DGRSP detalha as causas: 20 mortes por doença, 7 por suicídio e 1 por homicídio. Os dados indicam continuidade de valores dos últimos anos, mantendo a mortalidade prisional entre as mais elevadas da Europa.
Famílias das vítimas exigem transparência sobre as circunstâncias e pedem justiça. Ainda sem respostas, elas clamam pela divulgação de avaliações e investigações em curso.
Mortes mantêm-se entre as maiores da Europa
Especialistas e organizações de direitos humanos temem que a taxa de mortalidade represente falhas no sistema de saúde prisional.
As famílias apontam falta de explicações públicas sobre as mortes, solicitando informações detalhadas e uma resposta institucional adequada.
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