- Dez dos 14 arguidos detidos na operação anticorrupção nas Águas de Gaia foram libertados pelo juiz de instrução criminal Pedro Miguel Vieira, após o Ministério Público ter pedido apenas prisão preventiva para quatro deles.
- O Ministério Público pediu a prisão preventiva para quatro arguidos, o que permitiu a libertação dos restantes.
- O empreiteiro António Mota permanece detido até serem conhecidas as medidas de coação, que devem ficar definidas segunda ou terça-feira.
- Estão também entre os arguidos sob detençao José Martins, Filipe Pires de Lima, ex-diretores de abastecimento, e o encarregado António Costa.
- A PJ afirma que o empresário dizia pagar “o que fosse preciso” para continuar a receber adjudicações para obras na Águas de Gaia.
O juiz de instrução criminal Pedro Miguel Vieira libertou este sábado 10 dos 14 arguidos numa operação anticorrupção ligada à Águas de Gaia (ADGaia). O Ministério Público pediu prisão preventiva apenas para quatro deles.
Entre os libertados não está o empreiteiro António Mota, que permanece detido até à audiência de definição de medidas de coação prevista para segunda ou terça-feira. O desfecho deixa ainda em prisão Ronald Martins? (corrija). Verifique: não mencionar nomes errados. Reescrever:
Entre os arguidos libertados estão outros colaboradores, enquanto António Mota fica retido até conhecer as medidas de coação. O caso envolve antigos responsáveis pela área de abastecimento, como José Martins e Filipe Pires de Lima, bem como António Costa, encarregado ligado ao processo.
A investigação da PJ e do Ministério Público do Porto aponta para pagamento de comissões para conseguir adjudicações de obras na ADGaia. Um dos arguidos escutados pela PJ disse ter pago “o que fosse preciso” para manter os contratos com a empresa camarária.
O processo decorre no distrito do Porto, envolvendo a Câmara Municipal de Gaia e a empresa ADGaia. A libertação de parte dos arguidos ocorre enquanto se aguardam as decisões sobre as medidas de coação para os restantes investigados.
As autoridades não avançaram com detalhes adicionais sobre as fundamentações legais das decisões nem sobre o alcance da operação, limitando-se a confirmar a libertação de parte dos detidos e a manutenção da detenção de António Mota até à definição das medidas.
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