- Libertados são dez arguidos da Operação Águas Turvas; o Ministério Público não pediu medidas de coação privativas da liberdade.
- A decisão do juiz de instrução criminal foi conhecida sábado à tarde.
- Os libertados devem apresentar-se no Tribunal de Instrução Criminal do Porto quando as medidas de coação forem anunciadas, entre segunda e terça-feira.
- Para cinco deles, o MP pediu suspensão de funções e proibição de contactos com arguidos e com elementos da empresa Águas de Gaia.
- Para outros cinco, o MP pediu uma caução de pelo menos 100 mil euros; os restantes quatro tiveram pedido de prisão preventiva.
Os dez arguidos da Operação Águas Turvas foram libertados, uma decisão de queda de coação tomada pelo juiz de instrução criminal. O Ministério Público não requereu medidas de prisão ou outras coações privativas da liberdade. A decisão foi conhecida no sábado à tarde.
Os arguidos vão apresentar-se no Tribunal de Instrução Criminal do Porto no momento em que o juiz anunciar as medidas de coação, entre segunda e terça-feira. A data exata depende da agenda do tribunal.
Medidas solicitadas pelo MP
Para cinco dos libertados, o MP pediu a suspensão de funções e a proibição de contactos com arguidos e com elementos da Águas de Gaia.
Para outros cinco, o MP requereu a payment de uma caução de pelo menos 100 mil euros.
Para os quatro restantes, o MP pediu a aplicação de prisão preventiva.
No total, o processo envolve 14 arguidos.
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