Em Alta Copa do Mundo futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Luísa Neto é proposta pelo PS com acordo com o PSD para Provedora de Justiça

Luísa Neto é proposta pelo PS com acordo do PSD para provedora de Justiça; eleição exige maioria de dois terços e realiza-se a 12 de junho

Justiça
0:00
Carregando...
0:00
  • O Partido Socialista propôs Luísa Neto, com acordo do PSD, como candidata a provedora de Justiça.
  • Luísa Neto é, desde 2021, presidente do Conselho Diretivo do Instituto Nacional de Administração (INA).
  • Foi assessora de José Pedro Aguiar-Branco quando o atual presidente da Assembleia da República exercia funções de ministro da Justiça no Governo liderado por Pedro Santana Lopes.
  • A eleição está marcada para 12 de junho e requer uma maioria de dois terços no parlamento (154 votos, num total de 230).
  • Na primeira ronda, a 12 de abril, Tiago Antunes, proposto pelo PS, teve 104 votos a favor, ficando aquém do necessário.

Luísa Neto foi apontada pelo PS como candidata a provedora de Justiça, com acordo do PSD para apoiar a nomeação. A seleção ocorre num contexto de várias tentativas fracassadas para eleger a personalidade que ocupa o cargo desde o início da atual legislatura.

A eleição está marcada para 12 de junho e exige uma maioria de dois terços no Parlamento. Será a segunda tentativa desta legislatura, após Maria Lúcia Amaral deixar o cargo para integrar o Governo.

Contexto institucional

Luísa Neto é atual presidente do Conselho Diretivo do Instituto Nacional de Administração (INA). Foi nomeada para o posto em 2021 pela ministra Alexandra Leitão, no âmbito do governo socialista liderado por António Costa. É licenciada em Direito pela Universidade de Lisboa e doutorada pela Universidade do Porto.

Percurso profissional

Entre 2007 e 2013, Neto destacou-se na Associação Portuguesa de Apoio à Vítima. Anteriormente, exerceu funções de assessora de José Pedro Aguiar-Branco quando o então ministro da Justiça, no governo de Pedro Santana Lopes, ocupava a presidência da Assembleia da República.

Situação no Parlamento

Na atual legislatura, o PSD tem 89 deputados, o Chega 60, o PS 58, a IL 9, o Livre 6, o PCP 3, o CDS-PP 2 e BE, PAN e JPP 1 cada. Para a eleição, a candidata precisa de 154 votos a favor, ou seja, maioria de dois terços, num total de 230 deputados. Se Chega e Iniciativa Liberal não votarem a favor, o apoio terá de vir principalmente do PSD e da esquerda.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais