- Suspeitos de burla qualificada no âmbito da «Operação Obélix» aceitam devolver ao Estado o valor utilizado indevidamente em comparticipações de medicamentos para emagrecer, como o Ozempic, que eram destinados a diabetes tipo 2.
- A intenção é evitar julgamento e obter a suspensão provisória do processo.
- A Polícia Judiciária do Porto e o Ministério Público procuram recuperar 2,5 milhões de euros.
- O grupo de suspeitos é diverso, incluindo empresários, professores universitários, engenheiros, farmacêuticos, artistas, contabilistas e magistrados.
Os suspeitos de burla qualificada que receberam comparticipação do Estado para medicamentos de emagrecimento, como Ozempic, devolveram já o montante para evitar julgamento e obter suspensão provisória do processo.
A Polícia Judiciária (PJ) do Porto e o Ministério Público (MP) acompanham o caso, conhecido como Operação Obélix, que envolve a recuperação de cerca de 2,5 milhões de euros que teriam sido indevidamente beneficiados.
Entre os investigados estão empresários, professores universitários, engenheiros, farmacêuticos, artistas, contabilistas e magistrados, todos ligados ao uso de medicamentos para emagrecimento com comparticipação pública.
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