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Padrasto de rapazes franceses descompensado agride-se na cela da GNR

Descompensado na cela da GNR, o padrasto dos dois menores franceses agrava o caso de abandono e violência contra os filhos, em Setúbal

Marc, padrasto das duas crianças francesas abandonadas em Portugal
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  • Marc, 55 anos, padrasto das duas crianças francesas abandonadas em Alcácer do Sal, foi detido na quinta-feira em Fátima junto da mãe dos menores.
  • Na sexta-feira, Marc encontrava-se “descompensado” e esmurrou diversos equipamentos na cela do comando da GNR de Palmela, antes de ser transportado ao tribunal de Setúbal.
  • O casal está detido por suspeita de exposição ou abandono de menores e de violência doméstica; permanecem em celas separadas.
  • O CM apura que ambos estão “alterados” e a gritar um com o outro.
  • Uma ambulância foi vista na GNR, mas não está relacionada com o caso; trata-se de um serviço administrativo.

Marc, padrasto de dois rapazes franceses abandonados em Portugal, continua sob custódia após a detenção na quinta-feira em Fátima, onde foi detido com a mãe das crianças. A detenção ocorreu alguns dias após o abandono, em Alcácer do Sal. O casal está acusado de exposição ou abandono de menores e violência doméstica, segundo fontes oficiais.

Nesta sexta-feira, Marc foi levado ao tribunal de Setúbal, depois de permanecer no posto da GNR de Palmela. A informação é de que o homem, de 55 anos, apareceu em estado altariado na guarda, tendo desferido golpes contra equipamentos da cela. A direção do processo mantém Marc sob vigilância policial.

O casal permanece em celas separadas, com a acusação de violência doméstica contra os menores a acompanhar as suspeitas de abandono. Fontes contactadas pelo Journal destacam que a situação entre o homem e a mãe é de forte tensão, com gritos entre ambos.

Descompensação na cela da GNR

Uma ambulância foi observada na área, mas não esteve relacionada com o caso. Segundo fontes, o serviço médico apenas realizou um protocolo administrativo no local.

Entre os detalhes oficiais, não se verifica qualquer relação de violência adicional fora do que já foi alegadamente reportado, e o processo continua a avançar nos tribunais da região de Setúbal.

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