- O comentador da CMTV, Carlos Anjos, disse estar surpreendido com a diretora e as funcionárias ainda em funções na creche de Rabo de Peixe, após o caso de maus-tratos.
- A denúncia foi feita por uma mãe, que afirmou ter presenciado agressões físicas e verbais contra as crianças.
- A direção da creche justificou a continuidade, alegando que as responsáveis estavam a cumprir funções e a colaborar com as autoridades.
- A Câmara Municipal de Rabo de Peixe garantiu que irá apurar o caso e tomar as medidas cabíveis.
- Anjos afirmou que a proteção das crianças deve estar acima de qualquer interesse.
O caso de maus‑tratos numa creche em Rabo de Peixe, ilha de São Miguel, nos Açores, ganhou contornos de interesse público após uma denúncia de uma mãe que alegou agressões físicas e verbais contra as crianças. A situação levou a uma investigação preliminar pelas autoridades locais. A direção da instituição confirmou que a diretora e as restantes funcionárias continuam a trabalhar no estabelecimento, alegando cumprimento de funções e cooperação com as autoridades.
O município de Rabo de Peixe informou que vai apurar os factos e decidir das medidas cabíveis. O objetivo é apurar responsabilidades, garantir a proteção das crianças e assegurar a continuidade do serviço educativo, se for o caso, com regras mais rígidas.
Investigação em curso e reação
Carlos Anjos, comentador da CMTV, afirmou que ficou surpreendido com a continuidade das pessoas em funções, destacando a necessidade de proteção infantil acima de interesses institucionais. A posição foi partilhada por quem defende transparência nas casas de infancia.
As explicações da direção da creche apontam para o cumprimento de funções e para a colaboração com as autoridades no processo de averiguação. Ainda não há indicação de medidas administrativas definitivas. A Câmara Municipal de Rabo de Peixe assegura acompanhar o caso de perto.
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