- Em maio de 2017, o vereador do Chega na Câmara de Lisboa terá ameaçado uma criança de 10 anos no Externato Rainha Dona Amélia, dizendo: “É por causa de ti que vou partir o focinho ao teu pai.”
- O processo foi arquivado em novembro de 2017, após o pai da criança não avançar com a queixa; o crime dependia da queixa apresentada.
- O caso começou com a acusação de crime de ameaça dirigido ao pai da criança, segundo o auto da Polícia de Segurança Pública, envolvendo ainda a própria menor.
- O vereador já foi condenado por injúrias à ex-mulher, com termos como “prostituta profissional” e “sopeirita do Funchal.”
- Em termos de gestão, contratou a filha de um dirigente do Chega como jurista e chamou uma cabeleireira para a assessoria de espaços verdes; a deputada Rita Matias pediu a demissão.
O vereador do Chega na Câmara de Lisboa esteve envolvido num caso de ameaças a um menor em 2017. Segundo o auto da PSP, Bruno Mascarenhas disse a uma criança de 10 anos que iria partir o focinho ao pai, em contexto de um conflito entre rapazes no Externato Rainha Dona Amélia.
O episódio ocorreu a 2 de maio de 2017, numa escola em Lisboa onde o filho do vereador estudava. O processo teve início com a perceção de que se tratava de uma ameaça dirigida ao pai do menor, com o caso a ser rematado pela secção correspondente do Ministério Público.
O pai da criança foi chamado a depor e afirmou que houve um acidente entre as duas crianças, resultando numa clavícula fraturada do filho de Mascarenhas. O pai não acionou queixa, o que levou ao arquivamento do crime pelo DIAP de Lisboa, em novembro de 2017.
Insultos à ex-mulher
Bruno Mascarenhas já foi condenado por injúrias à ex-mulher. O processo envolveu termos pejorativos consumados como expressões ofensivas de carácter pessoal.
Contratações
O vereador contratou a filha de um dirigente do Chega como jurista e contratou uma cabeleireira para a assessoria de espaços verdes. A deputada Rita Matias pediu a demissão do vereador.
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