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Videovigilância de bar removida após homicídio no Porto

Julgamento no Porto de Daniel Cenoura por homicídio simples, duas tentativas de homicídio e detenção de arma proibida; videovigilância indisponível no bar

Câmara de Videovigilância
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  • Daniel “Cenoura” começou esta quinta-feira a ser julgado no Tribunal de São João Novo, no Porto, por homicídio simples, dois homicídios na forma tentada e detenção de arma proibida.
  • O arguido permaneceu em silêncio durante a sessão de julgamento.
  • O perito destacou que os projéteis foram disparados pela mesma arma; o inspetor da Polícia Judiciária informou que não foram recuperadas imagens de videovigilância no bar.
  • A testemunha primo da vítima descreveu os momentos anteriores e posteriores ao crime, sendo que a defesa analisou contradições entre o inquérito e o depoimento ao coletivo de juízes.
  • A acusação indica que o homicídio resultou de um conflito com Valquírio, tio do arguido, que foi morto a tiros em setembro em Gondomar; após o crime, o suspeito fugiu e entregou-se à polícia nove dias depois, a 13 de maio de 2025, mantendo-se em prisão preventiva.

O arguido Daniel, conhecido como «Cenoura», começou este quinta-feira a ser julgado no Tribunal de São João Novo, no Porto. Enfrenta homicídio simples, dois homicídios na forma tentada e detenção de arma proibida. O crime ocorreu num bar da Rua Escura, no Porto, em maio do ano passado.

O processo indica que, na altura, o arguido disparou contra a vítima e contra uma viatura que transportava familiares, ainda que estes tentassem socorrer Josué, de 24 anos. O julgamento iniciou com o silêncio do arguido.

Perito que analisou projéteis apontou que todos foram disparados pela mesma arma. O inspetor da Polícia Judiciária descreveu a violência no local e explicou que não foi possível recuperar as imagens de videovigilância, devido a danos no bar.

Detalhes do início do julgamento

A testemunha primária foi o primo de Boxista, que acompanhava a vítima na altura. A defesa levantou contradições entre o depoimento inicial no inquérito e o prestado ao tribunal, semântica que sustenta debates processuais.

Segundo a acusação, a morte resultou de um desentendimento entre a vítima e Valquírio, tio do arguido, que foi morto a tiro em setembro, junto a bombas de gasolina em Gondomar. O arguido terá adotado a arma de fogo a curta distância.

Em seguida ao crime, a viatura em que seguiam familiares foi alvejada duas vezes, provocando o despiste. O suspeito fugiu, entregando-se nove dias depois, a 13 de maio de 2025, e ficou em prisão preventiva.

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