- Um bancário e um ex-diretor da Aldi confirmaram uma oferta de 60 mil euros por um negócio imobiliário em Valongo, envolvendo o ex-juiz Hélder Claro.
- O dinheiro nunca apareceu; o bancário afirmou ter sido enganado, dizendo ter levado “tanga”.
- Hélder Claro, de 58 anos, negou qualquer crime e garantiu não ter cometido infrações.
- O ex-juiz falou à porta do Tribunal de São João Novo, no Porto, e disse que vai depor apenas após o testemunho dos inspetores da Polícia Judiciária.
- O caso está ligado a acusações de corrupção, auxílio e angariação de imigração ilegal e associação criminosa.
Foi relatado que um bancário e um ex-diretor da Aldi apresentaram uma oferta de 60 mil euros para facilitar um negócio imobiliário em Valongo. O dinheiro, porém, nunca chegou a ser entregue.
O caso envolve o ex-juiz Hélder Claro, de 58 anos, acusado de corrupção, auxílio e angariação de imigração ilegal, bem como associação criminosa. Claro nega ter cometido crimes.
A notícia foi comunicada à imprensa na manhã de quinta-feira, junto ao Tribunal de São João Novo, no Porto. Claro afirmou que irá prestar declarações, mas apenas após o testemunho dos inspetores da Polícia Judiciária.
Segundo as informações, o bancário e o ex-diretor da Aldi confirmaram a existência da oferta de 60 mil euros para o negócio imobiliário em Valongo. O montante não chegou a ser pago.
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