- O advogado e ex-adjunto da antiga ministra da Justiça Catarina Sarmento e Castro está preso preventivamente desde dezembro, por indícios de 572 crimes de pornografia de menores e dois de abuso sexual de crianças.
- Ele nega ser predador sexual e pediu para se submeter a tratamento psicológico para repor as suas competências sociais.
- Queria aguardar julgamento em casa, com pulseira eletrónica, onde vivia com a mãe e o irmão no Seixal, e ficar proibido de aceder a redes sociais.
- O Tribunal da Relação de Lisboa decidiu manter a prisão na cadeia da Carregueira, em Sintra, por risco de continuação da atividade criminosa e de perturbação da ordem pública.
O advogado e ex-adjunto da antiga ministra da Justiça Catarina Sarmento e Castro, Paulo Abreu dos Santos, está preso preventivamente desde dezembro. Indícios apontam para 572 crimes de pornografia de menores e dois de abuso sexual de crianças. Negando ser predador, ele pediu tratamento psicológico para “repor as competências sociais”.
Solicitou cumprir o julgamento em casa, com pulseira eletrónica, junto da mãe e do irmão, no Seixal, com proibição de aceder a redes sociais. A requisição foi apresentada ao tribunal como forma de reinserção social.
O Tribunal da Relação de Lisboa manteve a prisão na cadeia da Carregueira, em Sintra, ainda este mês. A decisão ressalta o risco de continuação da atividade criminosa e de perturbação da ordem pública caso o arguido permanecesse em liberdade.
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