- Um cidadão português, de 25 anos, foi detido no Terminal 2 do Aeroporto de Changi, em Singapura, por contrabandear cerca de 36,3 kg de canábis, tendo chegado a Singapura a 14 de abril de 2026.
- A investigação encontrou cerca de 68 pacotes com droga na bagagem, com verificações adicionais feitas por cães políciais, segundo a Autoridade de Imigração e Postos de Controlo (ICA).
- A ICA recorda que, sob a Lei sobre o Uso Indevido de Drogas de 1973, importar ou exportar mais de 500 gramas de canábis pode levar à pena de morte.
- Este ano já houve oito execuções em Singapura por crimes relacionados com narcóticos; no ano anterior, 15 das 17 condenações à pena capital também estavam ligadas a drogas.
- O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos criticou o aumento de execuções por drogas e pediu a suspensão e eventual abolição da pena de morte.
O caso envolve um cidadão português detido em Singapura por alegada contrabandização de cannabis. Segundo a ICA, a detenção ocorreu no aeroporto de Changi, no Terminal 2, após a chegada do suspeito a Singapura a 14 de abril de 2026. A passagem seguinte estava já marcada para o dia seguinte.
A polícia, com apoio da unidade canina, identificou diversos pacotes suspeitos na bagagem do homem. No total, foram contabilizados cerca de 36,3 kg de canábis distribuídos em 68 pacotes, o que configura uma violação grave da legislação local.
A ICA adianta que as investigações continuam para apurar o contexto do transporte do material. A lei de Singapura estabelece que importar ou exportar mais de 500 gramas de canábis pode conduzir à pena de morte.
Reação internacional
Dados de organismos internacionais citados pela imprensa indicam que já ocorreram várias execuções este ano em Singapura por crimes relacionados com drogas, com números relevantes em 2023 e 2024 também reportados. O Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos manifestou preocupação com o aumento das execuções por delitos de droga, defendendo a suspensão da pena de morte como passo rumo à sua abolição.
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