Forças de segurança não sentem impacto do reforço de penas para agressões contra agentes. A mudança, publicada há um ano, aumenta as sanções aplicáveis a quem agride profissionais de PSP e GNR. A perceção é de que ainda não há efeitos visíveis.
Sindicatos das duas forças lamentam a morosidade dos tribunais e o recurso excessivo a multas ou a penas suspensas. Questionam se as novas penas estão a ser aplicadas de forma consistente ou apenas em alguns casos.
Não existem dados oficiais disponíveis que comprovem a aplicação mais severa das novas sanções ou a sua eficácia dissuasora. Os representantes sindicais apontam a falta de indicadores públicos para avaliar o impacto.
Segundo as entidades sindicais, a mensagem prática é de continuidade de risco para agentes em serviço, enquanto não houver melhoria na celeridade judicial e na adesão às novas pena mais severas. Mantêm a cobrança por maior clareza estatística.
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