Nove mulheres e nove homens, em sua maioria parentes, iniciam esta segunda-feira o julgamento no Tribunal de São João Novo, no Porto, por alegadas burlas que poderão ultrapassar os 870 mil euros. O líder, Vítor Hugo Santos, de 24 anos, e mais cinco arguidos permanecem em prisão preventiva.
Segundo a acusação, o grupo atuava a partir de uma vivenda em Pedroso, Gaia, enviando milhares de SMS em nome do Banco de Portugal e criando páginas falsas da Caixa Geral de Depósitos e do Novo Banco.
A acusação sustenta ainda que, com a fachada de operações de proteção de dados, os arguidos usurpavam dados pessoais e bancários das vítimas, visando beneficiar-se financeiramente.
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