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Médico de Maradona diz ser inocente em caso de homicídio por negligência

Neurocirurgião de Maradona declara-se inocente no novo julgamento por homicídio por negligência, contestando autópsia e peso do coração; pena pode chegar a vinte e cinco anos

Foto: Tomas Cuesta/AFP
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  • O neurocirurgião Leopoldo Luque declarou-se inocente no novo julgamento pela morte de Diego Maradona, em que é acusado de homicídio por negligência junto de outros seis profissionais de saúde.
  • Maradona morreu a 25 de novembro de 2020 devido a uma crise cardiorrespiratória e edema pulmonar; o crime pode levar a penas de até 25 anos de prisão.
  • O depoimento de Luque foi o primeiro no novo julgamento, que começou na terça-feira após a anulação de um processo anterior por controvérsia envolvendo uma juíza destituída.
  • O médico rejeitou que Maradona tenha passado 12 horas em agonia, questionando ainda pontos da autópsia, como o peso do coração e o edema de pulmão.
  • Luque afirmou que não foi ele quem operou Maradona a hematoma na cabeça nem que era o médico dele em 2007, enfatizando que apenas leu o que está escrito nos autos. O depoimento dele levou à suspensão de outras testemunhas, incluindo Gianinna Maradona.

Leopoldo Luque, neurocirurgião de Diego Maradona, declarou-se inocente no julgamento na Argentina. Está acusado de homicídio por negligência, juntamente com mais seis profissionais de saúde. Maradona morreu em 2020 após crise cardiorrespiratória e edema pulmonar.

O novo processo começou na última terça-feira, após anulação de um anterior por controvérsia envolvendo uma juíza destituída. Todos os acusados enfrentam a mesma acusação, com penas que podem chegar a 25 anos de prisão. Luque e os demais contestam as acusações.

Luque pediu depor de forma inesperada, levando à suspensão de testemunhas convocadas para esta quinta-feira, incluindo a filha de Maradona, Gianinna. O Ministério Público participou na decisão de adiar as restantes declarações.

O médico rejeitou que Maradona tenha passado 12 horas de agonia antes da morte e questionou aspectos da autópsia, como o peso do coração e o edema pulmonar. Afirmou ainda que não operou o paciente em 2007 nem administrou medicação cardíaca nesse período.

Luque ressaltou que não pretende apresentar opiniões, apenas explicar o que está registrado nos autos. Também afirmou que não foi ele quem operou o hematoma na cabeça de Maradona e que não era seu médico naquela altura.

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