- A empresária paraguaia Dalia López foi detida no dia 2, em Assunção, após seis anos foragida.
- O juiz Francisco Acevedo determinou prisão preventiva em Emboscada, a 35 quilómetros de Assunção, devido a risco de fuga.
- López é acusada de associação criminosa e de ter fornecido documentos falsos a Ronaldinho Gaúcho e ao irmão, Roberto de Assis Moreira.
- Ronaldinho ficou detido quase seis meses em 2020 no Paraguai, após usar passaporte e documento de identidade falsos; pagou uma fiança de 1,6 milhões de dólares antes de ir para prisão domiciliária.
- Até ao momento, 18 pessoas foram indiciadas por ligação ao caso.
A Justiça do Paraguai informou a prisão de Dalia López, empresária paraguaia acusada de fornecer documentos falsos a Ronaldinho Gaúcho. O caso está ligado à detenção do ex-jogador em 2020, em Assunção, durante uma visita para um evento beneficente.
A detenção ocorreu no dia 2, na capital do país, depois de López passar seis anos foragida. A empresária permanece sob custódia numa delegacia, sob previsão de prisão preventiva. O juiz Francisco Acevedo citou risco de fuga.
A decisão alega que López participou de uma rede de documentos falsos envolvendo Ronaldinho e o irmão dele, Roberto de Assis Moreira, também empresário. O objetivo era facilitar a vinda ao Paraguai para o evento.
Ronaldinho chegou ao Paraguai para o evento beneficente e foi detido por apresentar passaporte e identidade falsos. Ficou quase um mês na prisão, pagou fiança de 1,6 milhões de dólares e acabou colocado em prisão domiciliária, com o irmão.
Até o momento, 18 pessoas já foram indiciadas por ligação ao caso, com investigações ainda em curso. A Justiça não divulgou detalhes adicionais sobre o andamento dos inquéritos.
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