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Casal de ladrões assalta carros durante visita ao cemitério

Casal de Águeda julgado por furtos qualificados a carros junto de cemitérios na região de Coimbra e Cantanhede, com levantamentos de quase 2,5 mil euros

Cemitério Febres, Cantanhede
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  • Casal, residente em Águeda, assaltou carros de donos que visitavam cemitérios na região de Coimbra e Cantanhede, no primeiro semestre de 2025.
  • Os crimes ocorreram junto aos cemitérios de Febres, Lemede, Outil, Ribeira da Mata, Covões, Botão, Mealhada, Souselas, Tentúgal e Ameal.
  • A dupla furtava dinheiro, cartões de multibanco e telemóveis, aguardando em locais com reduzida visibilidade.
  • Nos ATMs, tentavam adivinhar o código; no cemitério do Ameal conseguiram levantar vários montantes, totalizando quase 2.500 euros.
  • Foram detidos pela GNR em julho; no Tribunal de Coimbra respondem por furto qualificado e abuso de cartão, na maioria das vezes na forma tentada, tendo ficado em silêncio.

Um casal de ladrões, residente em Águeda, que aproveitava a ausência dos donos para visitar cemitérios na região de Coimbra e Cantanhede, está a ser julgado no Tribunal de Coimbra. Os crimes ocorreram no primeiro semestre de 2025 e envolvem furtos de carteiras e telemóveis deixados em veículos estacionados.

Segundo a acusação do Ministério Público, os crimes realizaram-se junto aos cemitérios de Febres, Lemede, Outil, Ribeira da Mata, Covões, Botão, Mealhada, Souselas, Tentúgal e Ameal. A dupla aguardava a entrada das vítimas nos recintos para desviar dinheiro, cartões de multibanco e outros bens, em locais com visibilidade reduzida.

Com os cartões em mãos, os arguidos dirigiam-se a caixas multibanco para tentar adivinhar o código, de forma a efetuar levantamentos. No furto junto ao cemitério do Ameal, conseguiram vários levantamentos e pagamentos que totalizaram perto de 2.500 euros.

Para além dos cemitérios, a dupla também agiu em oito viaturas estacionadas em estradas agrícolas, quando os proprietários se encontravam a trabalhar no campo. Os crimes cometidos nesta situação ocorreram nos mesmos moldes descritos, com acesso a bens deixados nos veículos.

A GNR deteve o casal em julho. No início do julgamento, os arguidos permaneceram em silêncio. Respondem pela prática de furto qualificado e pela prática do crime de abuso de cartão, dispositivo ou dados de pagamento, na maioria dos casos na forma tentada.

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