- O funcionário em regime de part-time do Aldi teve de mudar-se de Lisboa para Ramalde, no Porto, para manter o emprego, vivendo a mais de 300 quilómetros de casa.
- Paulo Lopes afirma que não abdica de lutar pelos seus direitos e o caso está na Justiça.
- O Aldi diz que todas as decisões sobre a gestão de colaboradores são avaliadas consoante as necessidades operacionais da empresa.
- Chegou ao Porto a 16 de março.
- Em menos de um mês, está prestes a perder o único apoio da empresa relacionado com a transferência, que foi a cedência da habitação.
O caso envolve Paulo Lopes, trabalhador a tempo parcial do Aldi, que foi obrigado a mudar-se de Lisboa para a loja de Ramalde, no Porto, para manter o emprego. A transferência aconteceu para garantir a continuidade de funções no supermercado.
Aldi afirma que as decisões relacionadas com a gestão de colaboradores são avaliadas de acordo com as necessidades operacionais da empresa, sem entrar em aspectos pessoais dos trabalhadores.
Segundo o JN, Paulo Lopes chegou ao Porto a 16 de março e, menos de um mês depois, pode ficar sem o único apoio que recebeu durante a transferência, a cedência de habitação pela empresa.
A deslocação implica mais de 300 quilómetros entre a residência e a nova loja em Ramalde, o que agrava as dificuldades logísticas do trabalhador.
O processo está a decorrer na Justiça, com Paulo Lopes a manter a ação para defender os seus direitos laborais e de transferência.
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